Apesar de Lula dizer que foi para o Japão discutir economia, e não a guerra da Ucrânia, o comunicado final do encontro das sete maiores economias do mundo e da União Europeia não deixou de abordar o conflito, até mesmo porque Volodymyr Zelensky esteve presente na cúpula, desmentindo o presidente brasileiro. O documento do G7 menciona um apelo “à China para que pressione a Rússia a cessar a sua agressão militar e a retirar de modo imediato, completo e incondicional as suas tropas da Ucrânia”. Zelensky, por sua vez, saiu do Japão com promessas de receber novos fornecimentos de armas, além dos caças americanos F-16, que Biden relutava em ceder.