Com seu novo Banco, o Pleno, a pedido dos petistas de alta cúpula, Guga Lima, se separou do mineiro Daniel Vorcaro. Na separação, levou duas das maiores caixas pretas da politica nacional, o Credcesta e o Instituto Terra Firme, por onde milhões de patrocínios para grandes figuras nacionais eram liberados. Comandado por Guga Lima e Flavia Arruda, o Instituto Terra Firme é o epicentro do novo mensalão brasileiro.
O Impostor
Disputando com Guido Mantega o título de pior ministro de economia do mundo, Fernando Haddad dedicou grande parte de seu expediente no Ministério da Fazenda desde sua posse para fazer política. Com resultados pífios na economia e um endividamento sem controle, Haddad teve que recorrer a um conhecido banqueiro da Faria Lima para salvar sua cabeça e suas finanças pessoais.
O Impostor II
Com um currículo que parece uma piada de mal gosto, o atual ministro da economia Fernando Haddad não tem diploma em economia e não fala inglês fluente, requisitos básicos para o cargo que ocupa. Como era de se esperar, não consegue entregar nada do que prometeu. Para aumentar ainda mais seu desespero, não possui mais o respeito e a credibilidade que precisaria do mercado financeiro local e internacional. É mais um jabuti de Lula e do PT.
O roto falando do esfarrapado
Jair Bolsonaro é o quarto ex-presidente da República preso. Antes dele, Fernando Collor de Mello, Michel Temer e Lula. Collor cumpre prisão domiciliar em crime cometido quando senador. Nem Collor e muito menos Temer fizeram comentários. Somente Lula. Pode?
Bolsonaro é destaque nacional e internacional
É inegável o prestígio internacional do ex-presidente Jair Bolsonaro. A sua recente prisão é destaque no noticiário das maiores redes de televisão mundial, dos grandes jornais e revistas. Hoje, inclusive, ele tem muito mais prestígio como ex do que Lula como presidente.
Centenas de mulheres fazem manifestação ante a justiça norte-americana para revelar crimes do pedófilo Jeffrey Epstein
Um fato tem chamado a atenção da imprensa mundial, já que os dados serão revelados envolvendo empresários, políticos, monarcas e inclusive astros de Hollywood. Quando os nomes aparecerem, vai ser outro horror norte-americano.
O melhor restaurante italiano da Bahia está completando 63 anos
O Bella Napoli é referência na Bahia, no Brasil e no exterior. As suas massas artesanais são ricas em sabor e vitamina. Clientes de todas as partes do mundo lotam, nos almoços e jantares, há 63 anos as mesas deste excelente restaurante que tem como peça de resistência o seu filé à parmegiana de uma região que todo mundo conhece, mas cuja elaboração é única, o que garante mesas completas no almoço e no jantar há 63 anos.
Flávio queima a largada
Ele era o nome preferido e preferencial para liderar a chapa do PL à sucessão presidencial. Queimou ao convocar os eleitores para que fosse à residência do pai, desafiando a democracia do Brasil. Queimou a candidatura.
Caiado preocupa
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, candidato à sucessão presidencial, voltou a um dos melhores hospitais de São Paulo para um novo processo de cirurgia cardíaca. O médico brilhante, Caiado, insiste em não respeitar o que recomenda aos seus pacientes e hoje preocupa seus familiares, amigos e admiradores.
Nota da defesa de Daniel Vorcaro sobre a Operação Compliance Zero
- A investigação da Polícia Federal (“PF”) e as medidas cautelares deferidas pelo Juízo da 10ª Vara da Justiça do Distrito Federal têm como fundamento a venda de carteiras de créditos, supostamente fraudulentas, ao BRB.
- Essas carteiras foram previamente adquiridas pelo Banco Master junto a terceiros que atuavam na originação de créditos, prática comum de mercado. Isso significa que o Banco Master não captou diretamente os empréstimos consignados que compunham essas carteiras.
- Os originadores de crédito eram responsáveis pela averbação das operações junto aos entes pagadores e pelo fornecimento da documentação suporte e de demais documentos eventualmente requeridos pelo comprador, no prazo de até 180 dias (cláusulas 1.1.2, 1.2 e 2.1 do contrato).
- Como as Cédulas de Crédito Bancário (“CCB”) já tinham sido efetivamente geradas, o Banco Master podia montar a carteira e fazer a cessão ao BRB, até porque havia uma série de garantias contratuais que protegiam ambas as partes e permitiam a substituição ou a recompra de eventuais carteiras não performadas. Todas as carteiras cedidas foram devidamente registradas na B3.
- Nas operações com documentação fora do padrão, o Banco Master, de boa-fé, procedeu à substituição das carteiras originadas por terceiros (vide notificação) e iniciou processo de recompra do saldo remanescente.
- Portanto, o BRB não ficou com os créditos originados por terceiros, mas com outras carteiras e ativos do conglomerado Master, que não são objeto da investigação.
- O BRB já declarou que “dos R$ 12,76 bilhões divulgados pela imprensa, e referentes à exposição bruta de carteiras com documentação fora do padrão exigido, mais de R$ 10 bilhões já foram liquidados ou substituídos, e o restante não constitui exposição direta ao Banco Master” (nota).
- Esse fato foi confirmado pelo próprio Banco Central (“BC”) na documentação enviada à PF: “por meio do Ofício PRESI – 2025/061, de 8.7.25, o BRB informou já ter realizado a substituição de R$10,6 bilhões (85,5%) das carteiras de crédito” originadas a partir de terceiros (item 30 do relato sucinto de ocorrências).
- A suposta intenção de fraudar ou obter vantagem ilícita é incompatível com os fatos e com os atos praticados pelo Banco Master no bojo do contrato, a saber: recebimento dos pagamentos em conta no BRB, aceitação de trânsito dos recursos por conta Escrow, constituição de garantias na faixa de R$ 22,3 bilhões, montante bem superior ao volume transacionado (Ofício PRESI – 2025/061).
- Assim, as carteiras objeto da investigação criminal JAMAIS foram transferidas definitivamente ao BRB, que não as detém, em razão das ações tempestivas adotadas de boa-fé pelo próprio Banco Master. Assim, não se pode afirmar que o pagamento efetuado pelo BRB esteja vinculado a essas carteiras.
- Ademais, o BC reconhece que “no tocante às operações de crédito consignado originadas pelo próprio Banco Master, e não por terceiros, historicamente não foram identificados indícios de irregularidades” (item 4 do Ofício 20035/2025-BCB/DESUP).
- Se houvesse materialidade nas alegações, o próprio BC teria instaurado processo punitivo sobre o tema, o que não ocorreu, apesar de os fatos serem de conhecimento da autarquia há mais de seis meses. Ao contrário, o BC declarou que, “uma vez que as carteiras já haviam sido substituídas, não foram realizados novos exames” (itens 2 e 3 do Ofício 20035/2025-BCB/DESUP).
- Aliás, nunca houve processo punitivo aberto pelo BC contra Daniel Vorcaro (certidão negativa).
- O fundamento das investigações contra Daniel Vorcaro até agora é, portanto, um fato inexistente. Não há nenhuma fraude de 12 bilhões de reais.
- As medidas cautelares, além de injustas e desnecessárias, acabaram forçando o BC a decretar liquidação extrajudicial no Banco Master, mesmo diante do fechamento da venda do banco amplamente noticiada pela imprensa em 17 de novembro, cuja documentação foi protocolada no BC no mesmo dia. Portanto, a deflagração da Operação Compliance Zero inviabilizou solução de mercado legítima que evitaria os custos de liquidação impostos ao sistema financeiro e à sociedade e não prejudicaria a realização de qualquer investigação.
Por que não foi preso?
Uma delação em andamento seria o principal motivo pelo qual o presidente anterior do BRB não foi preso e apenas afastado, mesmo tendo participado de tudo.
Urgente
Bolsonaro é preso e levado para a Superintendência da Polícia Federal em Brasília. O furo é do Metrópoles.