Durante anos, Guga Lima soube usar o prestígio do banco Master na Bahia. Amigo pessoal do então prefeito ACM Neto, circulava com desenvoltura no paço municipal com contratos vultosos. Mas não ficava só aí, também na área federal tinha como padrinhos o ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, e o líder do governo no Congresso Nacional, o senador Jaques Wagner do PT. A sua responsabilidade está sendo apurada e ele foi um ator importante em todas as operações do banco Master. Não ficava só nisso, emprestava o seu jatinho aos amigos do poder na Bahia.
Ex-ministra também mandou
Amiga de fé e irmã camarada do atual presidente do PL da Bahia, João Roma, Flávia Péres conheceu Roma quando ela era ministra e ele ministro, ambos do governo Bolsonaro. Na Bahia, solidificou a amizade e era presença constante nas recepções suntuosas do casal Guga e Flávia.
Mal informados
Sem acesso a investidores no exterior, jornalistas de grandes veículos compraram erroneamente a história da cortina de fumaça no caso do Master. Já veículos especializados internacionais, que conversam diretamente com os principais advisors envolvidos na transação, conhecem a verdade dos fatos. Mais uma vez, a grande mídia nacional sofre ao falar com apenas um dos lados, totalmente enviesado para o mal.
Mal informados II
A apuração imparcial dos fatos, que é parte de um trabalho fundamental dos jornalistas, não ocorreu na cobertura de diversos colegas no caso do Master, especialmente com relação aos investidores estrangeiros. Infelizmente, figuras como Raquel Landim colocaram sua reputação em risco, em nome de um desejo de crucificação insaciável. Quando os fatos forem devidamente apurados, o mínimo que se espera de jornalistas como a Landim será uma retratação por vídeo.
Pacificação em curso
Após a guerra nos bastidores da Faria Lima, finalmente os maiores atores se convenceram de que os conflitos podem abalar de maneira irreversível a estrutura do Sistema Financeiro Nacional. Para evitar uma crise devastadora como a Lava Jato no sistema, felizmente os principais atores voltaram a conversar, de maneira civilizada.
Estilo incompatível
Com a guerra no sistema financeiro, o estilo de vida do ministro da Fazenda, do presidente do Banco Central e dos principais diretores passou a ser monitorado ainda mais de perto pela mídia especializada. De relógios, refeições em restaurantes de luxo a viagens, os servidores públicos devem satisfação aos contribuintes brasileiros, que são quem de fato mantém a máquina pública funcionando.
PSOL pede prisão preventiva de Ramagem
O deputado federal Alexandre Ramagem, condenado pelo STF por participação na tentativa de golpe de estado após as eleições de 2022, foi visto em um luxuoso resort de Miami. Já que ele não comunicou à Câmara e não podia sair do país, o Psol acaba de pedir a sua prisão. Resta saber se o poder Legislativo tem blindado algumas figuras, permitindo que elas mantenham seu privilégio, como salários e verbas de gabinete.
Depois da Câmara, Lula vai sofrer nova derrota no Senado
Depois da acachapante derrota que sofreu na CPI do crime organizado, Lula vai sofrer mais duas. Não modificará o que a Câmara votou e aprovou na lei do crime organizado e, o mais grave, o seu candidato ao STF, Jorge Messias, hoje não seria eleito. A revolta é grande, já que Lula resolveu agora desafiar a tudo e a todos.
Mundo político hoje em Alagoas
Desde ontem, os aeroportos de Alagoas estão recebendo jatinhos de todas as partes do país. É que hoje uma das filhas do deputado federal Arthur Lira vai casar. Alagoas vai receber o mundo político de todo o Brasil.
Serviço caseiro
A retirada das tarifas sobre o café e carne do Brasil é a saída do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para tentar baixar os preços desses produtos dentro dos Estados Unidos e, com isso, melhorar sua imagem entre os norte-americanos. Usou Lula para se beneficiar.
Nota de repúdio
Nós, abaixo-assinados, manifestamos nosso mais profundo repúdio ao processo de declaração das regiões do Prado, Cumuruxatiba e Corumbau como terras indígenas, conduzido sem o devido diálogo transparente com as comunidades locais e sem considerar os inúmeros impactos sociais, culturais e econômicos que essa decisão trará. Essas áreas abrigam centenas de famílias que há gerações vivem da agricultura familiar, da pesca artesanal, do turismo, do comércio local e de outras atividades tradicionais que sustentam a economia regional. A forma como o processo está sendo conduzido coloca em risco o modo de vida de trabalhadores, pequenos empreendedores, guias de turismo, pescadores e diversas outras pessoas que dependem diretamente dessas terras e do mar para sobreviver.
Nota de repúdio II
Reiteramos que somos favoráveis ao respeito aos povos indígenas e às suas garantias constitucionais, mas repudiamos qualquer medida que seja tomada sem critérios técnicos claros, sem estudos socioeconômicos aprofundados e sem ampla consulta às populações diretamente afetadas. A demarcação, da maneira como está sendo proposta, pode gerar: desestruturação econômica de comunidades inteiras; conflitos; insegurança jurídica para famílias que vivem nessas regiões há décadas; prejuízos irreparáveis ao setor de turismo, vital para o desenvolvimento local; comprometimento da atividade pesqueira, que é fonte de renda e identidade cultural de muitas famílias. Diante disso, exigimos transparência, participação popular, debate técnico e revisão imediata das decisões tomadas sem o devido diálogo democrático. Defendemos uma solução justa, equilibrada e que respeite todos os envolvidos — indígenas e não indígenas — sem sacrificar famílias, culturas e economias locais.