As ligações do banqueiro Augusto Lima, preso na operação Compliance Zero, não se resumem apenas aos figurões do PT. Ao pesquisarmos sobre a Diretoria do banco Pleno, do qual tem como dono o Augusto Lima, encontramos no rol de diretores Ronaldo Vieira Bento, homem de confiança de João Roma. Bento ocupou os cargos de Chefe de Assuntos Estratégicos do Ministério da Cidadania enquanto Roma era o Ministro e depois ocupou o cargo de Ministro da Cidadania, indicado por João Roma para substituí-lo.
Letargia dolosa do Banco Central
Em vídeo publicado na plataforma X, o todo-poderoso do PT, José Dirceu, afirma estar indignado com o Banco Central por não ter antecipado e evitado as ilegalidades apontadas pela própria instituição e que levaram à liquidação extrajudicial do Banco Master. O Banco Central é composto em sua maioria por indicação do próprio PT, do qual José Dirceu faz parte. Nesse cenário de absurdos, o deputado federal Jonga Bacelar irá solicitar a instauração de uma CPI para investigar o Banco Central.
Né comigo, não
“Lá vai a bola girar na roda”. A cantiga da brincadeira infantil vem sendo entoada por ACM Neto, Bruno Reis e João Roma. Né comigo, não. Nenhum deles quer ficar com o mico de ter pedido ao banqueiro Augusto Lima o empréstimo do helicóptero, que os transportou a Conceição do Coité. A gentileza do empresário, preso na Operação Compliance Zero, virou um problema para ACM Neto e Bruno Reis. Um vídeo viraliza nas redes, levantando suspeitas da ligação da dupla com o banqueiro preso. Apesar da estreita ligação com Augusto Lima, o desgaste do helicóptero ainda não atingiu Roma, o que tem deixado revoltado o ex-prefeito de Salvador. Neto anda mordido, porque a ideia teria sido do ex-ministro.
Caiado preocupa
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, candidato à sucessão presidencial, voltou a um dos melhores hospitais de São Paulo para um novo processo de cirurgia cardíaca. O médico brilhante, Caiado, insiste em não respeitar o que recomenda aos seus pacientes e hoje preocupa seus familiares, amigos e admiradores.
O nome preferido
O governador do Paraná, Ratinho Jr., é hoje o nome preferido do Centrão para a sucessão presidencial. O governador com melhor avaliação em todo o país tem ganhado a opinião pública não só na parte administrativa, como pelo prestígio político.
Wagner perde respeito e confiança dos seus companheiros do Senado
Envolvido nas denúncias do banqueiro baiano Augusto Lima, do banco Master da Bahia, o líder do governo no Congresso Nacional, o senador Jaques Wagner, perdeu agora a confiança dos seus companheiros. Foi ele quem incentivou o presidente Lula a indicar o seu ex-colaborador Jorge Messias para o STF. O moço, segundo os senadores, não tem condições de assumir o cargo e, se Lula insistir, vai sofrer uma derrota que agora tem dois corresponsáveis: o presidente e o senador baiano.
Mais um contra Lula
O deputado federal Aécio Neves, que voltará a presidir o diretório nacional do PSDB a partir de amanhã, já afirmou que o seu partido não vai apoiar Lula, muito menos a família Bolsonaro, em 2026. Aécio quer um nome neutro que não tenha nenhuma união com PT ou Lula, muito menos com a família Bolsonaro.
Vexame de Lula
Na África do Sul, ao enfrentar uma entrevista coletiva, Lula foi extremamente deselegante com o tradutor, já que não fala nenhum idioma. A uma pergunta de uma repórter, virou-se para o tradutor e disse: “Não fale em meu ouvido, rapaz, só a Janja pode cochichar”. Foi vexame geral, o tradutor se deslocou, ficou ao lado da repórter e mesmo assim Lula teve dificuldade de entender. É lamentável que, aos 80 anos, Lula não tenha a compostura de um presidente da República.
Morto Vivo
Apesar da prisão ainda vigente do banqueiro baiano Augusto Lima, a plataforma de investimentos da XP Inc continua oferendo CDBs do Banco Pleno a clientes desavisados. O CDB do Banco Pleno, controlado por Guga Lima, com vencimento em 2030, considerado pela XP como “risco médio” e com cobertura do FGC oferecia um rendimento de 115% do CDI. Com a noticia da prisão, os CDBs do Banco Pleno chegaram a ser negociados no mercado secundário a 165% do CDI. Só a XP Inc não sabe.
Os alvos do Governo Federal I
Preocupados com a ascensão da direita após o fracasso da COP 30 e a bem sucedida operação contra o Comando Vermelho no Rio, o governo puxou o pino da granada na última terça-feira através da liquidação do Banco Master. Os principais alvos da operação eram: 1) o presidente do Senado Davi Alcolumbre; 2) o governador do Rio Cláudio Castro; e 3) o governador do Distrito Federal Ibaneis Rocha.
Os alvos do Governo Federal II
Com bilhões em negócios com fundos de pensão e estatais controladas por opositores de Lula, o Banco Master de Daniel era o alvo perfeito para pagar o pato, como diz o velho ditado popular. Já prevendo derrotas históricas até o final de seu terceiro mandato e uma eventual reeleição onde a maioria esmagadora da renovação de dois terços do Senado será ocupado por opositores de Centro Direita, o trio formado Lula, Haddad e Galípolo não hesitou e partiram para o ataque. Em uma manobra extremamente arriscada, liquidaram um dos maiores bancos médios brasileiros, mesmo sabendo de seus vínculos com figuras da alta cúpula petista.
O efeito colateral
Sustentado pelo Banco Master desde a privatização da Empresa Baiana de Alimentos – EBAL, detentora do Credcesta, processo realizado na gestão do petista Rui Costa, o núcleo do PT baiano conquistou poder e prestigio nacional ao derrotar ACM Neto. Maior beneficiário de um contrato ilegal, entre o Governo da Bahia e o Credcesta, que garante a exclusividade na oferta de cartão de benefício consignado para os mais de trezentos mil servidores estaduais baianos, os petistas baianos receberam centenas de milhões do sócio baiano do Banco Master, Augusto Lima. Lima até então um empresário desconhecido de classe média, se transformou em um oligarca bilionário sustentado pela máquina petista