Moura Dubeux perde 50% do valor de mercado 

Desde que abriu o capital na bolsa de valores, a construtora pernambucana já caiu mais de 50% em valor de mercado. Isto é reflexo de sua gestão atabalhoada, que não paga fornecedores, que não entrega as escrituras dos imóveis que vende, que vende imóvel duas vezes e não respeita contratos, que não quita as hipotecas nos bancos e que compra terreno e não paga. Aos incautos investidores é bom tomar cuidado, pois não se duvida nada que a empresa desça mais ainda a ladeira.

Na Bahia, construtora pernambucana prejudica milhares de compradores de unidades residenciais

Parece que a Moura Dubeux não tem noção de nada. Na Bahia, por exemplo, a pernambucana só sabe fazer trapalhadas. Primeiro comprou briga com todas as empresas do mercado local, chegando a ser expulsa da ADEMI, que processou civil e criminalmente a empresa na pessoa do seu diretor Fernando Amorim, depois vendeu três torres inteiras onde era o antigo Salvador Praia Hotel e está com todos os apartamentos bloqueados por conta de não ter pago ao dono do terreno, gerando insegurança aos adquirentes se vão conseguir receber seus imóveis livres e desembaraçados, e, por último, está fazendo uma troca de todos os seus colaboradores e prestadores baianos por pernambucanos, o que, além de extrema burrice, pois tira do seu time quem tinha diálogo nos diversos setores que atua, só faz irritar o mercado ainda mais, já que tira emprego dos baianos pra dar aos pernambucanos. Isso tudo leva o dedo do diretor Fernando Amorim.

Acelen no radar

Outra empresa que já enfrenta tempos difíceis é a Acelen, que comprou a Refinaria Landulfo Alves na Bahia, pois, além de ter que administrar um negócio repleto de problemas típicos de uma estatal, colocou um time forasteiro em terras baianas pra cuidar da maior contribuinte de ICMS do estado, a maioria carioca, que só tem feito trapalhadas, e, enquanto a Petrobras reduz preços, a Acelen aumenta.

Porto Sul, o meio ambiente e a saia justa

A cidade de Ilhéus, na Bahia, já enfrenta as consequências ambientais e econômicas da construção do Porto Sul, realizada pela empresa Bamin, que já está causando terríveis impactos ambientais e consequente impacto na economia local, principalmente na indústria pesqueira. Notificada pelas associações de pescadores para entabular diálogo, a empresa contratou o potente escritório de Edis Milaré, papa do direito ambiental nacional, para lhe representar, e alegou que todos os impactos ambientais estavam previstos e contemplados no seu acordo de compensação ambiental firmado quando do licenciamento do empreendimento, e que, por isso, não teria nada a tratar com ninguém mais. Ocorre que os próprios livros escritos pelo nobre jurista Milaré dizem o contrário, que medidas de compensação ambiental acordadas na fase de licenciamento não retiram a obrigação de indenizar os danos individuais causados. Que saia justa a empresa ficou.

Janja dispensa cerimonial do Palácio e do Itamaraty

Janja da Silva, mulher de Lula, não quer ser chamada de primeira-dama quando o marido assumir a Presidência da República. Dispensa a liturgia e confidencia a amigos que prefere que a chamem mesmo de Janja, sequer Rosângela, seu nome de batismo. Discreta, conduz os preparativos para a festa da posse com discrição, e firmeza. A equipe do governo do Distrito Federal, que trabalha com ela na coordenação do núcleo de transição que organiza a posse de Lula, é só elogios. Prática e objetiva, diz o que deseja, mas também sabe ouvir. O termo primeira-dama não faz parte de seu dicionário, denominação que o Brasil importou dos EUA, mas que não faz a cabeça de Janja. “Não gosto”. Então, é Janja.

Janja e Lula farão varredura no Palácio da Alvorada

Logo após a posse, Janja e Lula não irão para o Palácio da Alvorada, querem fazer uma varredura e um levantamento do que vão encontrar. Bolsonaro, de maneira deselegante, insiste em ficar no Palácio até o último dia. É lamentável.

De primeira: comandos militares serão por antiguidade

Este blog antecipou que os comandos militares serão por antiguidade. Os nomes confirmados são o general Julio Cesar de Arruda do Exército, o almirante Marcos Olsen da Marinha e o brigadeiro Marcelo Damasceno da Aeronáutica.

As crianças brasileiras mereciam uma melhor seleção e melhores ídolos

A decepção da seleção brasileira na Copa do Mundo entristece o ser mais lindo: a criança. Ontem, em todo o Brasil, elas choraram e com razão. Uma seleção medíocre onde elas não têm um ídolo, enquanto as crianças argentinas, e, aliás, mundiais, elegem Lionel Messi, as portuguesas Cristiano Ronaldo, as francesas Mbappe. As nossas crianças não tiveram um só ídolo, mas terão tempo, porque, daqui a quatro anos, teremos nova Copa do Mundo.

Uma decisão paulista que a Bahia deveria adotar

Novo limite de 75 decibéis foi aprovado pela Câmara de São Paulo e já havia entrado em vigor. A justiça de São Paulo suspendeu o aumento do limite de barulho para até 75 decibéis no entorno de shows e grandes eventos na capital paulista, promulgado pelo prefeito Ricardo Nunes, do MDB, na última semana. A decisão foi liminar atendendo a uma ação direta de inconstitucionalidade movida pelo diretório estadual do PSOL. A prefeitura de Salvador deveria tomar uma decisão, pois não há limite na capital baiana. Prédios residenciais estão sendo invadidos por academias, restaurantes e bares. Dormir em Salvador é uma dificuldade, principalmente no corredor da Vitória, Graça, Ladeira, Farol e Porto da Barra. Não há limite de ruído. Com a palavra, a prefeitura de Salvador.

Lula anuncia hoje seus primeiros ministros e Rui Costa será um deles

O presidente Lula marcou para hoje às 10:30 o anúncio dos seus primeiros ministros. Conforme este blog antecipou, o ministro da Defesa, José Múcio, será o primeiro, depois vem o ministro da Justiça que será Flávio Dino, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, o ministro da Casa Civil é o governador da Bahia Rui Costa. De nada adiantaram as pressões de alguns integrantes do PT de São Paulo. O senador Jaques Wagner, o famoso galego, é o padrinho de Rui Costa mais uma vez.

Até o PL de Bolsonaro quer a cassação de Moro

O senador eleito pelo Paraná, Sérgio Moro, paga um preço caríssimo pelas suas idas e vindas políticas. Se notabilizou ao mandar prender Lula. Foi para o governo Bolsonaro e aí começou a sua queda. Saiu, tentou ser candidato à presidência, ao Senado por São Paulo e não conseguiu, foi para seu estado Paraná e conseguiu. Na volta, fez as pazes com o presidente Bolsonaro e, a partir daí, entrou em desgraça que culminou agora com o PL, partido de Bolsonaro, pedindo a cassação do seu mandato. De qualquer maneira, a imagem de Moro foi por água abaixo.

Nelson Piquet destruiu o Rolls Royce presidencial

O último motorista de Bolsonaro no Rolls Royce foi o ex-piloto Nelson Piquet. Agora, o carro foi inspecionado para a posse do presidente Lula. Está cheio de defeitos e a sua recuperação será demorada. O pessoal do PT quer que Nelson Piquet pague o conserto, já que ele foi o último a dirigir o Rolls Royce conduzindo o presidente Bolsonaro.

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