Uma briga entre desiguais na economia brasileira

Lula resolveu comprar uma briga na economia do país. Resolveu atacar e bater boca com Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, com DNA de Roberto Campos, um dos maiores economistas do Brasil. Uma briga ruim porque, é sabido, Lula não entende nada de economia. Ao escolher Haddad para ministro da área, sabendo de sua inapetência e desconhecimento do setor, Lula queria, ele mesmo, exercer esse papel, embora também não saiba nada do assunto. Até agora o ministro Haddad não apresentou um plano para o país se é que tem algum. E Lula não para de esbravejar e empurrar a economia cada vez mais para incertezas, deixando o país à deriva na área mais importante do governo, da qual, todas as outras dependem. Já está claro que discursos, bons ou ruins, não governam um país. Melhor é começar a trabalhar né!

Bocelli atesta que é a maior bilheteira musical do mundo

O extraordinário tenor italiano Andrea Bocelli tem uma apresentação marcada para 26 de maio de 2024 em São Paulo. Os ingressos já estão colocados à venda e a apresentação faz parte de uma ação cultural “Vou para a França”, onde quem assistir pode ganhar uma das duas viagens com acompanhante à França para assistir ao concerto do exterior, Andrea Bocelli no santuário de Nossa Senhora de Lurdes. É a maior bilheteria musical do mundo. Imbatível.

Ex-deputado baiano vai ser demitido de Itaipu

O deputado Enio Verri, do PT, aguarda aprovação do seu nome para diretor-geral de Itaipu na reunião do Conselho Administrativo no próximo dia 26 de fevereiro. O ex-deputado federal pela Bahia, José Carlos Aleluia, que foi nomeado por Bolsonaro, está esvaziando a gaveta, já que está na lista dos demitidos. 

Coronel Cid não será promovido a general

O então major Mauro César Barbosa Cid estava com passaporte emitido para se mudar para os Estados Unidos, onde faria curso pelo Exército brasileiro, quando seu telefone tocou no final de 2018. Na tela do celular, o nome do general Tomás Miguel Ribeiro Paiva, então chefe do Gabinete do Comando do Exército, que disse em poucas palavras que Cid havia sido designado para ser ajudante de ordem do presidente recém-eleito, Jair Bolsonaro. Ao assumir, Cid decretou o fim do seu sonho de general. Está complicado não só com Jair Bolsonaro, mas também com Michelle Bolsonaro. Há quem afirme que ele vai para a reserva. 

Um baiano cada vez mais poderoso em Brasília: Rui Costa

O ministro da Casa Civil do Governo Lula, Rui Costa, tem ganhado cada vez mais atribuições pela confiança que o presidente deposita no baiano. Além de coordenar as realizações de todos os ministérios e empresas do governo federal, agora Rui pode abrigar sob seu comando a poderosa ABIN. Rui tenta se desvencilhar da tarefa transferindo a responsabilidade para o Gabinete Pessoal do presidente. Mas Lula, por enquanto, prefere que ela esteja aos cuidados de Rui Costa. A MP com a nomeação do delegado da PF, Luis Fernando Corrêa, para assumir a agência, deve ser publicada hoje. Onde a ABIN será instalada ainda está indefinido.

A valorosa PF está sobrecarregada

A Polícia Federal carrega o bônus de ser a força de proteção policial que tem a confiança absoluta do Presidente Lula. O ônus é não ter homens suficientes para o tanto de tarefa que precisam desempenhar. A proteção do presidente e sua família, Janja, o vice-presidente e sua família, Haddad, e outros, exigem de três a quatro escalas diárias, sem contar as viagens. Ao assumir essas tarefas, a Polícia Federal não se desfez de nenhuma outra. Ou seja, acumulou tudo, e agora sofre da falta de pessoas, equipamentos, carros, recursos, para continuar desempenhando com rigor as obrigações que lhe são impostas.

Começa a fuga do bolsonarismo

Em meio ao desgaste que enfrenta Jair Bolsonaro pelos constantes escândalos envolvendo seu nome, membros da oposição deram início a uma espécie de saída. Sai o título de “bolsonaristas” e entra o de “representantes da direita conservadora”. Senadores e deputados que estiveram nos Estados Unidos no mês passado se reuniram com nomes da direita de lá e identificaram a tendência como uma forma de manter a coesão do grupo no Brasil. Além de tentar evitar o contágio da rejeição que Bolsonaro adquiriu após o 8 de janeiro, eles afirmam que só interessa à esquerda reduzir a oposição ao bolsonarismo. Os aliados do ex-presidente dizem que ele mesmo deu a senha para a empreitada, ao declarar nesta semana que “não existe bolsonarismo”.

Michelle se diz traída

Michelle Bolsonaro, depois das graves denúncias contra ela, afirma que foi traída pelos servidores do Palácio da Alvorada, que em entrevista detonaram a ex-primeira-dama. Michelle queria dar uma coletiva, mas o marido, de lá da Disney, disse não. Ela não sabe o que fazer da vida, e, o mais grave, o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, sumiu.

O mal-estar entre Aras e a Polícia Federal

O que eram apenas reclamações internas e off para jornalistas, ganhou as páginas dos jornais. As desavenças entre a Polícia Federal e o advogado baiano Augusto Aras se devem ao excesso de investigações solicitadas pela PGR à PF. Isso oficialmente. O que a Polícia Federal diz é que Aras está fazendo um jogo pra mídia, uma exibição de ações, apenas para limpar imagem da instituição que teria, por causa da aproximação com Bolsonaro, ficado omissa diante dos atos de vandalismo do dia 8 de janeiro, e antes ainda ao não tomar nenhuma providência com os acampamentos instalados país afora. Os dois órgãos estão às turras. A PF considerou as 653 denúncias, apresentadas por Aras, frágeis, com larga margem de contestação da defesa.

As bancadas da direita tomam posição na Câmara

Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rondônia. Esses estados têm os deputados mais radicais de direita da atual composição da Câmara. Quando eles falam, normalmente o plenário fica vazio.

PSD de Pacheco cresce

O PSD, partido que abriga o presidente do Congresso Nacional, o senador Rodrigo Pacheco, se tornou a maior bancada do Senado com as filiações de Mara Gabrilli de São Paulo e Eliziane Gama do Maranhão. A legenda passa a ter 15 integrantes, desbancando o PL com 14. O crescimento favorece Pacheco no comando da Casa. 

Troca-troca no PL

O ano Legislativo ainda está começando e já tem parlamentar sendo sondado para mudar de partido. O PL, que despontou como maior bancada, deve sofrer algumas fugas este mês.

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