Chamou a atenção as longas filas para utilizar os banheiros de badalados camarotes do Carnaval de Salvador do Farol da Barra até Ondina. Não foi devido à comida estragada nem tampouco um surto generalizado de incontinência urinária pelo alto consumo de bebidas. A motivação foi outra e sinalizou que as drogas ilícitas animaram também os VIPs que desembolsaram alguns milhares de reais por dia para curtir a folia indoor nos sofisticados ambientes. Na rua, em blocos de famosos, os entorpecentes também não faltaram. A influencer e ex-Master Chef Aritana Maroni acabou sendo presa ao ser flagrada fazendo tráfico com mais duas amigas dentro de um bloco. Os tempos não são mais de loló nem lança-perfume. Mas de substâncias químicas muito mais poderosas e caras.
Lula precisa tomar partido na guerra da Ucrânia
Neutralidade não é opção quando há um agressor e uma vítima. O Brasil deve se posicionar ao lado de quem foi invadido, não dos invasores. Lula erra ao insistir em relativizar a guerra entre Rússia e Ucrânia. A omissão só enfraquece o nosso país no cenário global e afasta aliados estratégicos na Europa. Diplomacia exige clareza, e, neste caso, só há um lado certo.
Carnaval da diversidade
Não é novidade para ninguém que o Carnaval de Salvador é um destino procurado pela comunidade LGBTQIA+ de todo o mundo. De acordo com pesquisa da Sufotur, órgão estadual de promoção do turismo, cerca de 60% dos visitantes que chegaram para a folia pelo aeroporto da capital baiana não se identificaram com o padrão heteronormativo. O dado é comemorado pela economia local. Os turistas da diversidade têm gastos bem acima da média dos demais.
EUA, Rússia e China podem iniciar o expansionismo colonial I
Sob Donald Trump, os Estados Unidos claramente unem-se à Rússia e ameaçam rompimento com aliados europeus. A China, por sua vez, não assistirá de braços cruzados à criação de um novo eixo do mal. Analistas veem risco de ressurgimento de práticas expansionistas alarmantes, lembrando épocas de dominação. Pressões unilaterais e rearranjos de poder apontam guinada de grandes proporções que pode abalar a estabilidade global, recuperando padrões de hegemonia que não se viam há séculos, ameaçando e solapando a ordem mundial.
EUA e Rússia podem retomar o expansionismo colonial II
O cenário atual colonialista projeta três grandes blocos: os Estados Unidos anexando Canadá e Groenlândia e mantendo controle das Américas; a Rússia, retomando a Ucrânia e avançando sobre a Polônia deixando a Europa sob forte ameaça; e a China, reassumindo Taiwan e ocupando Coreia do Sul e Singapura. Esses movimentos formariam eixos de poder distintos, redesenhando fronteiras e alterando profundamente as relações internacionais. Na prática, estaremos diante de uma geopolítica tríplice, em que cada bloco se sobrepõe regionalmente, disputando recursos e exercendo influência militar e econômica sem precedentes desde a Segunda Guerra Mundial.
Absurdo glamuroso
O infalível Otávio Mangabeira não viveu para ver o Carnaval dos 40 anos da Axé Music, quando inventaram uma “passarela do apartheid” que só servia para a entrada e não para a saída do camarote “Glamour”, cuja estrutura estava muito longe do que se propunha. Verdadeira propaganda enganosa sob a vista grossa da prefeitura. O acesso ao local era caríssimo para péssimos serviços e deficiente segurança. Mais de dez pessoas caíram numa pirambeira ao se encostarem numa rede de proteção sem sinalização e o devido suporte. Entre as vítimas, uma turista sofreu fratura da costela e teve que se virar para conseguir atendimento médico. Glamour? “Diga um absurdo! Na Bahia tem precedente!”
Corrida armamentista ameaça estabilidade global
O cenário de anexações simultâneas por EUA, Rússia e China impulsionaria uma corrida armamentista sem precedentes. À medida que as potências ampliam arsenais e influências, o mundo reviveria tensões geopolíticas comparáveis ao auge da Guerra Fria. A grave instabilidade pode facilmente levar a conflitos regionais e ameaçar a ordem internacional.
Censura do bispo
Apesar da pesada participação do governo do estado e da prefeitura de Salvador na receita publicitária de sua emissora na Bahia, a Record cobriu o carnaval da capital baiana com bastante parcimônia. Ao contrário de anos passados, quando a TV Itapoan dedicava muitas horas à transmissão da folia baiana, agora apenas flashes nos noticiários sobre episódios relacionados à organização. A ordem vem de cima. O bispo Edir Macedo, da Igreja Universal do Reino de Deus, não quer saber de festas profanas. Censura total à diversidade na tela do bispo.
Campeão de votos no Brasil
O prefeito de Recife, eleito e reeleito, bate um novo recorde: é o pré-candidato com maior aceitação nas últimas pesquisas. Ele já sai como candidato ao governo pernambucano com 56% dos votos. O garoto é uma autêntica revelação da política nacional.
“Ainda estou aqui” vai provocar o Exército do Brasil
A repercussão do filme brasileiro no exterior chamou a atenção de vários países sobre a crueldade da ditadura militar no país. Agora já há um movimento para saber onde o Exército escondeu os restos mortais de Rubens Paiva. Com a pressão internacional e diante da crise provocada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, o Exército vai ter que dar uma resposta, agora não só aos brasileiros, mas ao mundo.
PT vai escolher presidente até o final de semana
O PT quer escolher até sexta-feira um novo presidente diante da ida de Gleisi Hoffmann para o ministério de Lula. Edinho Silva continua sendo o favorito.
Atentado ao pudor
Nem tudo são flores. O comportamento extravagante de alguns poucos, que confundem diversidade com permissividade, foi motivo de reclamações dos tradicionais foliões baianos. A falta de decoro na avenida desses exibicionistas que não representam a comunidade LGBTQIA+ chegou ao cúmulo de um atentado ao pudor flagrado em plena luz do dia na praia do Porto da Barra, onde um casal homossexual praticava sexo oral à vista de todos. O vídeo viralizou nas redes sociais. As famílias da Barra cobram medidas contra esses excessos.