Se não bastassem a pop star Madonna e o extraordinário diretor Pedro Almodóvar, Caetano Veloso recebeu, no último domingo, os maiores elogios do diretor que conquistou o mundo. Walter Moreira Salles que comandou o consagrado “Ainda estou aqui” declarou à imprensa mundial que devia o sucesso desse filme ao filho de Dona Canô, Caetano. Elogio extraordinário para um talento como Veloso.
A família é destaque
Se não bastasse a irmã, a consagrada Maria Bethânia, especialistas de Rio e São Paulo afirmam que os três filhos de Caetano, um com Dedé e dois com Paula Lavigne, são talentosos, tanto instrumentistas como fazendo músicas. A simplicidade de Caetano torna-o o maior nome musical da Bahia, para ficar no pedestal como João Gilberto, Dorival Caymmi e o grande cineasta Glauber Rocha.
Ingenuidade política
“A ingenuidade é uma forma de insanidade”, já disse o escritor britânico Graham Greene em seu livro “O Americano Tranquilo”. Na política, então, a ingenuidade é fatal. Faltou o alerta de alguma raposa aliada ao governador Jerônimo Rodrigues para que evitasse circular em aglomerações populares festivas onde é grande o risco de reações em manadas. Bastou o primeiro apupo para que as vaias ecoassem na passagem do governador baiano num trecho do circuito do Carnaval da Barra, em Salvador. Tancredo Neves, o velho ACM e até o correligionário petista Jaques Wagner não se exporiam a tal constrangimento.
Eduardo Bolsonaro: traidor da pátria e ameaça à soberania nacional
Eduardo Bolsonaro pode responder por crime contra a soberania nacional, segundo especialistas. Seu alinhamento com interesses estrangeiros coloca em risco a segurança do Brasil. Atitudes como a sua são inaceitáveis para um parlamentar que jurou defender a nação. A traição está escancarada — e a Justiça deve agir.
Governo Lula engessa de vez sua articulação política
O governo Lula conseguiu se amarrar em um nó político sem saída. De um lado, Rui Costa, o notório “queixo duro”, incapaz de diálogo. Do outro, Gleisi Hoffmann, rejeitada até dentro do próprio partido. Com esse cenário, quem fará o meio de campo? A resposta é clara: ninguém. O governo segue paralisado.
Campo minado
O vacilo do incauto governador Jerônimo Rodrigues era tudo o que a oposição queria para fazer seu carnaval nas redes sociais. As imagens das vaias a Jero estão sendo impulsionadas pelos adversários na tentativa de desacreditar a pesquisa Quaest, que revelou o crescimento da aprovação do governo baiano. Na guerra de narrativas, Jerônimo tem a seu favor a popularidade que ainda desfruta no interior do estado. Salvador é um campo minado, principal reduto da oposição. Alguém precisa avisar isso ao governador.
Furor oposicionista
Geralmente, os políticos baianos dão uma pausa aos ataques entre eles durante o Carnaval. O pau só volta a comer depois da folia. Quem suspendeu a trégua este ano foi o ex-prefeito ACM Neto. Mesmo em Portugal com a família, não tem perdido a chance de provocar o governador Jerônimo Rodrigues em suas redes sociais. Talvez tenha passado do limite nas piadinhas ao petista no dia da entrega do Oscar, infringindo etiquetas institucionais. Tem divulgado também as imagens das vaias. Estranho é que, mesmo com todo este furor oposicionista, ACM Neto ainda não tenha assumido a sua candidatura a governador. Mistério…
Baianada glamurosa
A polêmica “passarela do apartheid”, aquela feita para dar acesso a um camarote do Carnaval da Barra pelo Morro Ipiranga, se revelou ser uma verdadeira “baianada”. Na quinta-feira, um casal todo chique chegou ao tal camarote Glamour por ela, evitando se misturar com a patuleia suada da Avenida Oceânica. Adornados de badulaques caros, os consortes curtiram a festa privada com todo “glamour” possível. O problema foi quando decidiram deixar o ambiente. Não puderam usar a passarela para pegar o táxi que os aguardava no Morro Ipiranga. O uso só estava autorizado para quem chegava. Os elegantes e perfumados cônjuges tiveram que se submeter ao empurra-empurra e espreme-gato da avenida para retornarem ao lar. Não se sabe se chegaram em casa com os badulaques caros que os ornamentavam.
Jerônimo tenta imitar Lula, mas escolha de marqueteiro expõe diferença brutal
Jerônimo Rodrigues quer repetir Lula ao trazer um marqueteiro para a Secom, mas a diferença entre Sidônio Palmeira e Cid Andrade é abissal. Enquanto Sidônio tem trânsito livre na política e na imprensa, Cid é um ilustre desconhecido, sem qualquer influência entre formadores de opinião. Para piorar, foi uma indicação da equipe de Haddad, via os “três porquinhos”, ampliando a desconfiança interna.
A musa do carnaval
Cariocas, paulistas, mineiros e pernambucanos elegeram Fernanda Torres como a musa desse carnaval. A moça é realmente um talento e levantou a moral do Brasil. Foram nesses lugares que as homenagens foram bem maiores para Fernandinha.
José Dirceu passa o carnaval em Trancoso
O ex-ministro e ex-deputado federal José Dirceu chegou sexta-feira a Porto Seguro. Em viagem pela Latam, Dirceu foi surpreendido por ser cumprimentado por quase todos os passageiros. Todos fizeram questão de cumprimentá-lo e elogiá-lo para que volte à política nacional. Dirceu retorna amanhã a São Paulo e felizmente vai se preparar para a campanha a deputado federal a fim de retornar à política, já que faz falta pelo seu talento e sobretudo pelo brilho intelectual.
Wagner só quer reeleição para o Senado
O líder do PT no Congresso Nacional, o senador Jaques Wagner, mais uma vez recusou o convite do amigo Lula para figurar no Ministério. Ele só pensa na sua reeleição ao Senado que não será difícil nas próximas eleições na Bahia.