Neutralidade não é opção quando há um agressor e uma vítima. O Brasil deve se posicionar ao lado de quem foi invadido, não dos invasores. Lula erra ao insistir em relativizar a guerra entre Rússia e Ucrânia. A omissão só enfraquece o nosso país no cenário global e afasta aliados estratégicos na Europa. Diplomacia exige clareza, e, neste caso, só há um lado certo.