O perfil econômico entre as capitais da Bahia e de Cuba a cada dia se assemelha mais. Pesquisas do mercado imobiliário atestam o fim da classe média soteropolitana. Em Salvador, a demanda de imóveis novos é de extremos. A procura da diminuta minoria endinheirada é por propriedades de valor acima de R$ 2,5 milhões. Já a grande maioria de parcos recursos sonha com a aquisição de uma unidade do Minha Casa Minha Vida, abaixo de R$ 350 mil. Habitações voltadas para a classe média praticamente não estão sendo lançadas. Dificilmente encontra-se oferta de apartamentos de três quartos.