Num fim de semana sem novos personagens no noticiário político-policial, o nome do tenente-coronel Mauro Cid dominou as manchetes e alimentou os comentaristas, colunistas e blogueiros políticos. A registrar, o bom trabalho da Imprensa na cobertura do caso, com destaque para Revista Veja. Ainda como rescaldo das apreensões na casa dele, soubemos que a Polícia Federal encontrou certificados de propriedade de diamantes sauditas. Segundo a Polícia Federal, não há, no material, indicativo de que sejam referentes aos presentes de Bolsonaro ou a joias da família Cid. De quem serão? Mais uma “bronca” para Cid explicar. Os certificados estavam na cozinha de Cid. Mais uma boa metáfora. Para completar, Marcelo da Silva Vieira, então chefe do Gabinete Adjunto de Documentação Histórica (GADH), entregou voluntariamente à Polícia Federal (PF) as conversas com o tenente-coronel. Com a certeza de que os pedidos pouco republicanos serão revelados em toda sua crueza. Voltando à apreensão da PF, os agentes encontraram também pen drives espalhados pela casa de Cid e um caderno que, ao que tudo indica, se destinava a uma contabilidade paralela, com inscrições como “anotações políticas” e registros de pagamentos somando R$50.000.