A vida continua depois da morte?

Vamos falar sério. O Exército precisa se explicar. Considerar alguém morto e pagar pensão à “viúva” parece estranho. E é. Não aconteceria no mundo real. Exemplo, um funcionário se mostra incompatível com o cargo que assume, comete desatinos e é demitido. Alguém imagina a empresa considerando-o morto e pagando pensão à mulher dele. Não consta que a viúva do militar Aílton Barros, “o segundo irmão de Bolsonaro”, tenha se separado do “morto”; o que nos faz pensar que apesar de expulso do Exército por indisciplina, ele continua a se locupletar com a bela pensão de quase 15 mil reais. Como explicar que o advogado e ex-major Ailton Barros, tenha conseguido transferir a pensão para sua esposa, mesmo depois de expulso do Exército e supostamente morto.

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