Esconder as joias é praticamente uma confissão de culpa, pois não foram uma e nem duas vezes. Foram três e sabe-se lá quantas ainda surgirão. Milhões em dólares para um homem que se dizia um enviado de Deus. Se existe alguma missão, não é divina. É corrupção mesmo. Neste sentido, o TCU foi claro: “Cabe alerta desse Tribunal ao ex-presidente Jair Messias Bolsonaro que caso existam outros presentes recebidos do governo da Arábia Saudita, esses deverão ser restituídos imediatamente”. A oitiva sobre as joias será na sede da Polícia Federal na próxima quarta-feira.