O ministro da Justiça Flávio Dino passou o dia de ontem tentando explicar a coincidência infeliz da fala de Lula e dos planos do PCC para matar Sérgio Moro. Também está explicando porque uma das primeiras ações do seu ministério foi pedir a transferência do líder do PCC, o Marcola, para Brasília. Coincidências de palavras, ações, tudo movido a raiva e rancor. Lula está inquieto porque já percebeu que apenas os seus discursos não comovem mais ninguém. E chorar também não. As pesquisas divulgadas nesta semana não trouxeram boas notícias para Lula. Deve estar ressentido disso também.