Na sua ignorância em política e, principalmente, em política externa, Bolsonaro não avaliou o impacto que o desmatamento na Amazônia, uma pauta universal e que conta com o apoio de quem decide no mundo, ou seja, o G7; causaria. Radicalizado pela ação criminosa dos garimpeiros, que contaram com a descarada conivência do governo; o drama dos Yanomami não só comoveu o mundo como parece ter selado o destino do “capitão”. A recepção de Joe Biden a Lula e o destaque da pauta ambiental não deixam dúvidas. E a volta em março não é uma decisão, é uma imposição do Departamento de Estado norte-americano. Hamilton Mourão, Ricardo Salles e Damares Alves, mesmo protegidos por seus mandatos parlamentares, devem “botar as barbas de molho”, assim como os ex-dirigentes do IBAMA e Funai.