Não foram só as carpas que sofreram nas mãos de Michelle. Os comandados do “pastor-capeta” alegam ter sofrido toda sorte de assédio moral por parte do gerente e da primeira-dama, que, segundo eles, era dada a pitis, sem mais e nem porquês. A equipe fala dos mais diversos infortúnios: desde carregarem dinheiro vivo para lá e para cá, fruto de rachadinha oriunda da melhor amiga Rosimary Cardoso Cordeiro e de saques no cartão corporativo; a assistirem incrédulos a pilhagem das despensas e da adega do palácio pelos filhos de Bolsonaro e pela família de Michelle, chamada de “o pessoal da Ceilândia” por Bolsonaro. Coroando o cenário de guerra por trás das linhas suaves das colunas projetadas por Niemeyer, barracos colossais entre a ex-primeira-dama e os filhos 02, o Carluxo, e o 04, o Renan, que teria sido agarrado pelo pescoço pela segurança para não dar uns tapas em Michelle. De tenebrosas transações às vias de fato, teve de tudo nesses quatro anos no Alvorada.