O ministro da Justiça, Flávio Dino, escolheu e entregou, para a governadora interina Celina Leão nomear, o secretário de segurança pública do Distrito Federal. E para configurar a imposição (humilhação) nomeou um nome que ocupou a mesma função no governo do petista Agnelo Queiroz, adversário político de Celina e Ibaneis Rocha. Embora a intervenção na segurança pública do DF pela União, exercida por Ricardo Capelli, termine no dia 31, é com Flávio Dino que o nomeado Sandro Avelar vai despachar. Esse constrangimento e intervenção no Governo Ibaneis, teve início no dia 9 de janeiro, quando foi decretada a prisão de Anderson Torres, ex-ministro da Justiça de Bolsonaro e Secretário de Segurança Pública do DF, sobre que pesa a acusação de ter participado do planejamento das invasões e quebradeiras dia 8 de janeiro, em Brasília. Torres continua preso, Ibaneis afastado, e Celina, como se viu, nomeando, sem poder questionar, os indicados pelo ministro da Justiça.