Um homem tóxico II

Bolsonaro, desde que pisou pela primeira vez no Palácio do Planalto, transformou a Presidência da República no seu brinquedinho particular. Não gostava de horário de verão, então, revogou-o. Michelle, campeã de multas do clã por excesso de velocidade, levou o marido a revogar os pardais nas rodovias federais. Multado por pescar na Reserva Ecológica de Tamoios, em Angra, no Rio de Janeiro, o ex-mandatário não só mexeu seus pauzinhos para anular a multa, como exonerou o servidor que o multou de cargo de chefia, além de destruir o Ibama, é claro. Esses exemplos, menores se comparados à tentativa de aniquilação de povos originários, dos quais claramente não gosta, demonstram o homem mesquinho, ignorante, abusivo: a empulhação humana e política que Bolsonaro é. Um Kim Jong-un em miniatura.

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