Um homem tóxico I

O extermínio do povo Yanomami levado a cabo por Bolsonaro é um dos muitos males de que o Brasil se livrou. Se tivesse mais quatro anos no comando do país, seus planos diabólicos teriam o êxito que ele tanto desejava, como uma reedição da ditadura militar, o aniquilamento do setor cultural, o uso da máquina e dos cofres públicos para fazer política para seu clã e seus apaniguados, para citar alguns exemplos de sua mente nefasta. Bolsonaro é uma lástima e tudo que toca, corrompe. A imoralidade dos gastos do cartão corporativo, mais do que emblemático, é o retrato acabado sobre como ele transformou o bem público num ente privado. 

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