As redes sociais se mobilizaram em prol da defesa da democracia brasileira. Dona do Facebook, Instagram e WhatsApp, a Meta decidiu remover de suas plataformas conteúdos que apoiaram ataques em Brasília. Segundo a importante empresa, foram eliminados milhares de postagem que defendiam de alguma maneira uma das páginas mais negras e repugnantes da história do Brasil. O YouTube, que pertence ao Google, proibiu veiculação de programas de teor nocivo. Sem redes sociais, extremistas perdem a voz e estão sendo isolados.