Está a mil por hora a devastação ambiental causada pela mineradora Bamin para construir o Porto Sul. O que chama a atenção é que a população local de Ilhéus está completamente desassistida, pois o Ministério Público Federal e Estadual não estão fazendo nada para defender os interesses difusos e coletivos gerados pela obra. Como já anunciado por este blog dias atrás, a potente empresa alega que já negociou em seu licenciamento ambiental as medidas mitigadoras dos impactos, esquecendo-se de que o próprio jurista que a defende, o famoso Edis Milaré, escreve em suas obras que os danos individuais causados à coletividade não se confundem com as medidas mitigadoras tratadas no licenciamento. Será que a Bamin vai esperar a justiça decretar o embargo da obra para acordar pra vida?