A imprensa mundial destaca a posse de Lula

Lula está batendo recordes no noticiário internacional. O pronunciamento no Palácio do Planalto e o recebimento da faixa ganharam destaque nas principais redes de televisão do mundo e nos principais jornais. O Brasil voltou ao noticiário mundial com realce e destaque. Vale lembrar que a Janja, socióloga e atual mulher do presidente Lula, foi impecável na organização da posse do marido. Durante a noite, vários shows foram realizados, com destaque para a baiana Margareth Menezes, ministra da Cultura. Janja brilhou.

O mundo veio ao Brasil

Poucas vezes, autoridades de todo o mundo vieram em peso ao Brasil para a posse do presidente. Brasília recebeu, ontem, representantes de dezenas de países num atestado eloquente de que voltamos ao cenário mundial.

Que triste final de ano

Este final de 2022 foi cruel. Perdemos Pelé e o Papa emérito Bento XVI. A imprensa mundial está assustada. Segunda-feira teremos estes dois enterros transmitidos para todo o mundo.

A primeira esposa de Pelé é uma lady 

O primeiro filho e as duas primeiras filhas de Pelé foram com Rosemeri dos Reis Cholbi, a primeira esposa dele. Educada, fina e extremamente preparada, desde o momento da separação continuou vivendo nos Estados Unidos e jamais concedeu nenhuma entrevista. Neste momento, vale lembrar a classe dessa autêntica lady que jamais concedeu nenhum tipo de entrevista, sendo ela a primeira esposa de Pelé.

Bolsonaro sai pela porta dos fundos do Palácio da Alvorada para evitar manifestação dos milhares de seguidores que ele traiu

Foi lamentável a saída, ontem, de Bolsonaro para o aeroporto militar a fim de embarcar para os Estados Unidos. Correu o que pode para que seus seguidores não fossem fazer manifestações. Literalmente, não deixa saudades. Chegou ao ponto de negar a participação nos atos de terrorismo e até mesmo de insatisfação com a eleição do presidente eleito e diplomado Lula. Uma fuga que ficará na história e dificilmente será esquecida. Escondeu até a última hora onde vai ficar em Miami, mas muito próximo o seu destino e o seu anfitrião terão os nomes revelados.

Bye bye, Brasil

Obcecado pela faixa presidencial, Bolsonaro enfrentou a maior dificuldade em desapegar das benesses e do status que a presidência lhe proporcionava. Mau perdedor, beirando o patético, agarrou-se ao palácio e derramou-se em lágrimas diante da cruel (para ele) realidade: acabou. Em sua constrangedora live de despedida, choroso, só faltou cobrar dos brasileiros: “Por que fizeram isso? Por que não me reelegeram?”. Entre um soluço e outro, não soube explicar aos seus eleitores porque não conseguiu dar o golpe que tanto desejava e o gado esperava. 

Bye bye, Brasil II

A derrota mais cara da história política do Brasil, está custando ainda mais caro no final do mandato de Bolsonaro. Sugou o Estado até a última gota. O avião presidencial decolou rumo à Disneylândia, às 13h45, levando, finalmente, Jair embora, para desespero dos golpistas. A bordo, Bolsonaro, Michelle, filhas e o séquito de assessores pago pelos contribuintes. Na dúvida, Xandão está no plantão. 

Bye bye, Brasil III

A fuga de Bolsonaro, a dois dias do término do seu mandato, desmorona qualquer expectativa de seus seguidores em tê-lo como líder de uma nova direita e oposição a Lula. Covarde, deu de Pôncio Pilatos Tabajara: lavou as mãos e abandonou sua legião de seguidores, em especial, os fanáticos de porta de quartel. Bem diferente de Lula, que preferiu encarar a prisão a exilar-se em uma embaixada amiga. Não lhe faltaram ofertas. Já Bolsonaro, abriga-se no calor da Flórida. E o Valdemar, hein, ficou com brocha na mão, junto com os patriotas.

Blindagem Suíça 

A indicação de Tarciana Medeiros para a presidência do Banco do Brasil no último dia útil do ano teve impacto neutro na cotação do banco na bolsa de valores brasileira, a B3. Segundo analistas ouvidos pelo blog, apesar de não possuir a qualificação exigida para o cargo, a indicação da funcionária de carreira para a presidência da instituição deverá ter pouco impacto nos resultados do banco. Isto porque a principal área do Banco do Brasil, a de atacado, foi privatizada e é comandada desde 2020 por Daniel Bassan, presidente do UBS BB. Bassan foi indicado para o cargo pelo banco suíço UBS, tem perfil completamente antagônico ao de Tarciana e mais aderente ao exigido pelo “mercado”. A grande dúvida que fica por parte dos analistas é se a “privatização” da parte mais estratégica do BB, pra lá de controversa, será mantida na gestão de Lula 3. 

Protegendo o cofre

Foco de corrupção e favorecimento ilícito durante as gestões de Lula e Dilma, a indicação de Maria Rita Serrano para a presidência da Caixa trouxe alívio para os funcionários do banco. Com perfil sindicalista, Rita terá como grande desafio manter as vice-presidências do banco longe de indicações e da influência de aliados políticos como Geddel Vieira Lima. Conhecido como “boca de jacaré”, Geddel, ex-ministro de Lula, foi vice-presidente da Caixa de 2011 a 2013 e fez a alegria de grandes empresários, especialmente goianos e baianos.

O PT da Bahia transfere R$3 bilhões para outro estado

O inesquecível Otávio Mangabeira revelava que o baiano paga R$10 para que o outro não ganhe R$5. Isso é comprovado agora que o PT, comandado pelo senador Jaques Wagner, que nasceu no Rio, mas fez trajetória política na Bahia, e o atual chefe da Casa Civil, Rui Costa, evitou que o deputado federal e líder do União Brasil na Câmara, o baiano Elmar Nascimento, permanecesse no comando da Codevasf. É sempre assim. Um dia os baianos vão cobrar de Wagner e de Rui Costa.

Sai o nome do presidente da Petrobras

O senador Jean Paul Prates, do PT, é o novo presidente da Petrobras. Um homem preparado, mas que ficará sob os holofotes, já que foi ali, nessa empresa, que o PT deitou e rolou no passado. Para se ter uma ideia, a Petrobras tem um prejuízo extraordinário com as constantes idas e vindas que a empresa sofreu no governo Bolsonaro. Os prejuízos estão acima de R$300 bilhões.

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