A fuga de Bolsonaro, a dois dias do término do seu mandato, desmorona qualquer expectativa de seus seguidores em tê-lo como líder de uma nova direita e oposição a Lula. Covarde, deu de Pôncio Pilatos Tabajara: lavou as mãos e abandonou sua legião de seguidores, em especial, os fanáticos de porta de quartel. Bem diferente de Lula, que preferiu encarar a prisão a exilar-se em uma embaixada amiga. Não lhe faltaram ofertas. Já Bolsonaro, abriga-se no calor da Flórida. E o Valdemar, hein, ficou com brocha na mão, junto com os patriotas.