Elizabeth Frawley Bagley, embaixadora dos Estados Unidos no Brasil, e Maria Luiza Ribeiro Viotti, embaixadora do Brasil nos Estados Unidos, formam uma aliança perfeita e feminina. Bom para o Brasil, bom para os Estados Unidos.
Vetados
O presidente Lula vetou dezoito indicações do antecessor Jair Bolsonaro. Boa parte dos vetos aplica-se a nomes escolhidos para agências reguladoras e postos em embaixadas e representações brasileiras. Em relação a diplomatas, o novo governo quer colocar nomes dele na Argentina, França, Itália, Holanda, Grécia, Emirados Árabes e representação junto à OMC.
A CNN é emissora de destaque no carnaval
A CNN tomou a dianteira das primeiras notícias sobre a tragédia no litoral norte de São Paulo. Depois dela, GloboNews e Globo entraram de cabeça. Ocorre que a mais nova emissora de TV do país durante todo o período do carnaval ofereceu um belo noticiário político e administrativo. O curioso é que na Bahia as repetidoras Record, SBT, Bandeirantes e TV Bahia desconheceram a tragédia paulista, só falavam em trios elétricos. Já cansaram.
O golpe da vacina
Não havia muitas dúvidas sobre o caráter e a irresponsabilidade de Bolsonaro como presidente da República. Mas não havia a prova concreta do maior dos seus delitos, um crime grave contra a população. Foi o maior propagandista da Cloroquina e um adversário virulento do confinamento e da máscara; sob o argumento de que se tratava de uma “gripezinha” e de que a autodefesa da sociedade contra a pandemia poderia colocar em risco a nossa Economia; quando ele e Paulo Guedes eram os maiores responsáveis pela desorganização da nossa Economia. Mas agora existe a prova, cabal, de que o machão das emas do Planalto estava devidamente protegido pela vacina que tanto desancava. Essa é a prova definitiva de que o genocídio perpetrado contra os brasileiros por um presidente incompetente e mal-intencionado foi de caso pensando, foi um plano macabro. O Brasil foi o país, proporcionalmente, mais atingido por mortes durante a pandemia. E esse crime tem as digitais de Bolsonaro. Haia o espera.
Mascarada
Michelle Bolsonaro tentou imitar Jackie Kennedy no enterro da Rainha Elizabeth e foi ridicularizada nas redes. Primeiro, porque não há possibilidade de comparação entre as duas; nem na elegância da roupa, nem no porte, nem culturalmente. Soou mais falso do que uma nota de três dólares. Segundo, porque o casal foi para a Inglaterra fazer comício político num momento de consternação dos ingleses. Ultrajante. Agora, tenta imitar Janja, mulher de Lula, em defesa das mulheres contra o assédio masculino no Carnaval. Janja gravou um vídeo divulgando a reestruturação do número 180 e conclamou as mulheres a denunciarem abuso. Michelle, cuja família ridicularizava as liberais que se manifestassem politicamente, chamando-as de “mulheres do sovaco cabeludo”, também gravou vídeo semelhante para o PL, onde agora é dirigente. Igualmente soou fake. Michelle e denúncia de assédio são duas coisas que definitivamente não combinam.
Peru de fora
O prefeito de Salvador, Bruno Reis, perdeu uma grande chance de ficar calado. Mas não. Preferiu dar uma de intruso na postagem feita no Twitter pelo prefeito do Recife, João Campos, que exaltava o carnaval de sua cidade, dirigindo-se aos colegas do Rio, Eduardo Paes, e de São Paulo, Ricardo Nunes. Sem nenhuma picardia, Bruno entrou de gaiato na história, querendo mais aparecer do que propriamente dar provas da superioridade da folia soteropolitana. Rede social é coisa séria e mais ainda para um homem público. É preciso melhorar a comunicação. Não cabe dar mancada!
Frase histórica
Um ano depois do início da invasão russa, ainda ecoa nos ouvidos do Ocidente a resposta que o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, deu a Joe Biden, presidente dos Estados Unidos, quando este propôs a sua retirada de Kiev diante dos bombardeios inimigos. “Eu não vou lhe pedir um táxi, presidente, mas fuzis”. A partir daí, os Estados Unidos despertaram para a guerra e passaram a fornecer armas e apoio financeiro aos ucranianos. A histórica frase de Zelensky, no entanto, não encontrou guarida nem no Itamaraty, nem nos gabinetes do Planalto nos governos Bolsonaro e Lula.
Palhaço das perdidas ilusões
Diante do início de governo para lá de conturbado, uma parte da elite pensante brasileira, que não está nas universidades nem morre de amores por Lula, encontrou na música popular uma alcunha singular para designar o atual presidente: “Palhaço das perdidas ilusões”. A canção “Chão de estrelas” (Minha vida era um palco iluminado / Eu vivia vestido de dourado / Palhaço das perdidas ilusões…), de Orestes Barbosa (1893-1966) e musicada por Sílvio Caldas (1908-1998), foi sucesso na voz de muitos cantores desde que foi lançada, em 1937, e aos dias de hoje parece assentar sob medida para ilustrar as promessas eleitorais que dificilmente serão cumpridas pelo atual ocupante do Planalto.
Robinho complica a situação de Daniel Alves
O pedido do governo da Itália para que o Brasil faça Robinho cumprir a pena de nove anos de prisão em nosso país, já que ele fugiu da Itália, complica a vida de Daniel Alves. Robinho também foi acusado com provas em crime de estupro de uma jovem, o mesmo de Daniel Alves na Espanha. O Ministério da Justiça do Brasil está com grave pepino nas mãos, se atender ao que pede o governo da Itália, terá que mandar prender Robinho para cumprir pena de nove anos na cadeia, já que é fugitivo do tribunal italiano, se não atender, as relações estremecem entre Brasil e Itália. O curioso é que Daniel Alves pede para cumprir a pena no Brasil, mas os espanhóis afirmam que, de jeito nenhum, ele vai ter que cumprir a pena no país ibérico.
Carnaval do Rio bate todos os recordes, mais de R$5 bilhões e milhões de turistas
Além do maior espetáculo da terra, o desfile das escolas de samba do Rio de Janeiro tem todos os ingressos vendidos para as arquibancadas do sambódromo e todos os camarotes lotados com turistas de todo o mundo. Acresce a isso que o Rio de Janeiro tem um número de blocos extraordinário e, com isso, também assume a liderança de carnaval de rua do Brasil. A cidade maravilhosa é a porta de entrada do país para turistas de todo o mundo e até mesmo turistas nacionais.
Guru do PT desfila no maior bloco do mundo e Caetano Veloso abre o carnaval de Recife
O ex-ministro José Dirceu desfilou no Galo da Madrugada e, quando reconhecido, foi aplaudido. Já na sexta-feira, no Marco Zero, o cantor e compositor baiano Caetano Veloso foi o astro da abertura do carnaval de Recife. Resta saber se Caetano e Dirceu se encontraram na capital pernambucana.
Luciano Bivar pede que Moro deixe o União Brasil
O senador eleito pelo União Brasil no Paraná, Sérgio Moro, virou saco de pancada. O advogado Antônio Carlos de Almeida, o famoso Kakay, em entrevista à CNN desqualificou o ex-juiz da Lava Jato. Em meio a essa tempestade, Luciano Bivar, presidente nacional do UB, está solicitando que Moro deixe o partido. O que se fala em Brasília é que o único caminho seria o PL, embora nessa agremiação existam inúmeros integrantes que Moro mandou prender quando era juiz da Lava Jato.