São poucos os senadores e senadoras de nível entre os 81 integrantes do Senado. A imprensa em Brasília está horrorizada, já que, enquanto temas importantes como os incêndios que estão destruindo o Brasil são relegados a segundo plano, os senadores estão preocupados com o dinheiro das emendas e inventar CPIs que jamais serão concluídas. Uma lástima para o Brasil.
Cadeiraço no debate revela o nível deplorável da campanha em São Paulo
A cena surreal de uma cadeira arremessada durante o debate entre candidatos à prefeitura de São Paulo é o ápice de uma campanha que já vinha sendo marcada por agressões verbais e confrontos de baixíssimo nível. O episódio não é apenas um reflexo da falta de respeito entre os candidatos, mas também do declínio da qualidade política no maior colégio eleitoral do país. O que se viu no palco do debate é um símbolo do que se tornou a corrida eleitoral: uma briga sem substância, que apela para a violência física como recurso. Resta saber se o eleitor paulistano terá a maturidade de rechaçar esse comportamento nas urnas, optando por candidatos que, de fato, estejam dispostos a debater soluções e a trabalhar por uma São Paulo melhor.
Segundo atentado contra Trump é resultado direto de seu próprio discurso de ódio
O recente atentado contra Donald Trump, o segundo em poucos meses, é um reflexo das divisões que ele mesmo ajudou a alimentar. O ex-presidente, que frequentemente faz uso de uma retórica inflamada e divisiva, agora se vê vítima do ambiente de ódio que contribuiu para criar. Enquanto isso, Kamala Harris, sua adversária política, não enfrenta os mesmos tipos de ataques, destacando como as palavras e ações de líderes podem reverberar perigosamente na sociedade.
Eis o quarteto que disputa a presidência da Câmara, segundo dados de ontem de Brasília
Elmar Nascimento, favorito até perder o apoio de Arthur Lira; Antônio Brito, discreto e próximo ao Palácio do Planalto; Ednaldo Bulhões, candidato que não faz campanha, mas tem força política e, finalmente, Hugo Motta, que é a novidade do Centrão e participou da tropa de elite de Eduardo Cunha. São esses os nomes que ontem estavam no ranking, embora a eleição esteja marcada para o próximo ano.
Eleitor diz quanto recebeu para votar na reeleição de Lira
O dublê de delegado de polícia e ex-deputado federal Waldir Soares, do estado de Goiás, revelou que recebeu R$1,9 milhão do orçamento secreto para votar na reeleição do atual presidente Arthur Lira. Quem tem eleitor desse tipo não merece inimigos.
Daniela Mercury e a Banqueta: Reação Desproporcional e um Caso de Misoginia – I
A recente polêmica envolvendo Daniela Mercury, que atirou longe uma banqueta que a atrapalhava no palco durante um show, tem gerado reações desproporcionais e claramente misóginas. Ao contrário do que muitos críticos tentam insinuar, a cantora não desrespeitou a marca da banqueta nem fez qualquer ataque à empresa que a fabricou. A ação dela foi simplesmente uma reação natural diante de um obstáculo que comprometeu sua performance. Afinal, no calor de um espetáculo ao vivo, a prioridade de qualquer artista é manter a energia e conexão com o público. Curiosamente, quando homens no cenário musical fazem algo semelhante, como destruir instrumentos ou equipamentos de som, são frequentemente exaltados como rebeldes ou inovadores. Um exemplo claro é Kurt Cobain, que nos anos 90, no Brasil, quebrou guitarras e caixas de som no palco e foi aplaudido por isso. Porém, quando uma mulher como Daniela reage de forma similar, a narrativa muda e a crítica recai sobre seu temperamento ou conduta, expondo o evidente machismo de parte de alguns.
Daniela Mercury e a Banqueta: Reação Desproporcional e um Caso de Misoginia – II
É preciso reconhecer que Daniela, uma artista com uma carreira sólida e de relevância internacional, merece respeito e não deve ser julgada de maneira diferente apenas por ser mulher. O episódio da banqueta não é mais do que um reflexo do que sempre foi parte do showbiz, e as reações desmedidas que ela tem enfrentado demonstram como o machismo ainda está presente no julgamento de mulheres em posições de destaque.
Evangélicos são moeda de troca
Depois que o ex-presidente Jair Bolsonaro e sua mulher Michelle passaram a usar os evangélicos como moeda de troca, o pastor Malafaia, líder deles, agora afirma que vai lutar para que os evangélicos não votem em Pablo Marçal, candidato à prefeitura de São Paulo. É lamentável que a política esteja utilizando os evangélicos pobres como moeda de troca.
Os líderes cultos e políticos da igreja católica orientam os cristãos
Neste instante, a igreja católica, como sempre faz, está orientando os seus fiéis para que votem nos candidatos que não tenham ficha suja e que tenham compromisso com o país.
Fracasso eleitoral
A baixa adesão dos candidatos a vereador da esquerda às atividades de campanha do aspirante a prefeito de Salvador, Geraldo Júnior, reflete o que todas as pesquisas de intenção de voto revelam até agora: ele é um fracasso eleitoral. Além de não decolar, desde que começou o horário eleitoral, mesmo com o depoimento de Lula, o vice-governador caiu na preferência dos soteropolitanos, estagnando abaixo dos dois dígitos.
Time do eu sozinho
Talvez, por esse motivo, seja raro encontrar nas ruas da capital baiana algum material de campanha dos candidatos a vereador com a imagem de Geraldo Júnior. Não se trata apenas de aversão a um personagem sem trajetória de militância no campo progressista, mas de sobrevivência em uma eleição disputadíssima. À falta de carisma e credibilidade de Geraldo, os postulantes à vereança do time que deveria apoiá-lo têm feito campanha descolada. Isso não se restringe à turma do PT e do PCdoB, mas se estende aos colegas do próprio partido ao qual Geraldo faz parte, o MDB. Ninguém quer conta com ele. Nem mesmo o marqueteiro dele o suporta mais.
Mercado espera alta de 0,25% na Selic
A semana começa com a expectativa de mais uma “super quarta” devido à coincidência de decisões e política monetária do Banco Central do Brasil, Copom, e dos Estados Unidos.