Talvez, por esse motivo, seja raro encontrar nas ruas da capital baiana algum material de campanha dos candidatos a vereador com a imagem de Geraldo Júnior. Não se trata apenas de aversão a um personagem sem trajetória de militância no campo progressista, mas de sobrevivência em uma eleição disputadíssima. À falta de carisma e credibilidade de Geraldo, os postulantes à vereança do time que deveria apoiá-lo têm feito campanha descolada. Isso não se restringe à turma do PT e do PCdoB, mas se estende aos colegas do próprio partido ao qual Geraldo faz parte, o MDB. Ninguém quer conta com ele. Nem mesmo o marqueteiro dele o suporta mais.