Alvo número 1

Com resultados pífios e andando de lado há alguns anos, o Bradesco se transformou no alvo número um para aquisição no setor bancário brasileiro. Mesmo com quase dois trilhões em ativos, o tamanho do banco não assusta os potenciais compradores, que pretendem separar a Bradesco Seguros do banco e vendê-la para um dos gigantes internacionais. Além dos irmãos Batista, estão no páreo para comprar o controle do banco, através de seus executivos, o BTG e a BlackRock.

UBS Switzerland AG em crime ambiental

A Seacrest Petróleo, que possui como maior acionista o UBS Switzerland AG, que no Brasil é o sócio controlador do Banco UBS BB, ganhou destaque nos telejornais capixabas devido a um mega vazamento de um dos seus maiores campos terrestres. Com resultados pífios desde que adquiriu os ativos da Petrobras no norte do Espírito Santo em 2021, as ações da companhia, negociadas na Bolsa de Oslo, despencaram 97,4% este ano. Com o desastre ambiental, a companhia teve seu processo de venda, que estava em curso, acelerado pelo UBS.

Vitória de Caetano em Camaçari revela força de Rui Costa e impulsiona seu nome nacionalmente

A vitória de Luiz Caetano nas eleições em Camaçari não representa apenas o retorno de um político experiente à liderança do município, mas também destaca o poder de articulação de Rui Costa, ex-governador da Bahia e atual ministro-chefe da Casa Civil. Rui foi o principal articulador da candidatura de Caetano, apostando em um nome tradicional e respeitado na região, que enfrentava desafios e resistências locais. Com esse êxito, Rui Costa consolida sua reputação como um dos principais articuladores políticos do país, evidenciando seu prestígio além das fronteiras da Bahia. Bolsonaro e Lula são os maiores derrotados. Gilberto Kassab é o maior vencedor das eleições. O governador do Pará, Helder Barbalho, outro vencedor, campeão de votos.

Rompendo paradigmas

Em 1996, o brilhante Dr. Elsimar Coutinho lançou seu livro “Menstruação, a sangria inútil”, onde defende que a menstruação é um processo desnecessário, destacando que, no mundo animal, as fêmeas menstruam e procriam de forma contínua. Ele propôs uma revisão de conceitos seculares sobre a menstruação, quebrando um grande estigma e sugeriu a supressão dela em muitos casos.

Rompendo paradigmas II

A mudança no papel da mulher na sociedade ao longo das décadas, permitindo que muitas buscassem carreiras fora de casa, coincidiu com o desenvolvimento da terapia de reposição hormonal pelo Dr. Elsimar. Mudança que também trouxe novos riscos à saúde, com 30% das mulheres morrendo hoje por doenças cardiovasculares e 20% por osteoporose e seus consequentes desdobramentos, condições prevenidas com a reposição de estrogênio, agora com restrições pela Anvisa. Para referência, hoje 2% das mulheres morrem em decorrência do câncer de mama, por vezes também hormônio dependente.

Rompendo paradigmas III

A Elcometrina (que leva inclusive partes do nome do grande cientista Elsimar Metzker Coutinho) inibe a menstruação, a ovulação e consequente TPM. Usada inclusive por jovens meninas, que têm engravidado cada vez mais tarde, este mesmo hormônio também provoca regressão de endometriomas e miomas, evitando assim dores incapacitantes e também a necessidade de cirurgias.

Superlotação e Filas Intermináveis no Aeroporto de Congonhas: O Caos Aeroportuário na maior capital do país 

Quase um ano após a concessão, o Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, continua a ser palco de superlotação e caos, com filas intermináveis que se estendem por todas as áreas: check-in, segurança e até mesmo nas praças de alimentação. A situação tem gerado um desconforto crescente entre os passageiros, que, em meio à expectativa de melhorias, enfrentam um cenário caótico e desgastante.

Aeroporto de Congonhas: Retrato de uma Concessão Desastrosa

A concessão do aeroporto de Congonhas, efetivada há quase um ano, prometia melhorias na infraestrutura e na experiência dos passageiros. No entanto, as críticas aumentam, especialmente em períodos de maior movimento, revelando que as mudanças esperadas ainda estão longe de atender às necessidades de um dos aeroportos mais movimentados do Brasil. A concessão de um aeroporto não deve ser apenas um ato administrativo, mas um compromisso com a melhoria da infraestrutura, algo essencial para uma metrópole do porte de São Paulo.

Palavras sem sebo

O prefeito reeleito Bruno Reis (UB) se esquiva de colocar seu nome na disputa do governo da Bahia em 2026. No entanto, ele não tem ensebado as palavras no embate com os adversários petistas. Nu e cru seus petardos verbais vão direto ao alvo. Nada do estilismo preconizado pelos manuais de marketing político. Na boca de Bruno, o poder da palavra não se perde em associações cognitivas. Cai retilíneo na cabeça do povo.

Alma ao diabo

Um bom exemplo da atual retórica incisiva, Bruno deu quando perguntado, em entrevista coletiva, sobre as eleições de Camaçari: “Em Camaçari, o tráfico está aliado à política. Caetano vendeu a alma ao diabo para se eleger. Se aliou com o que há de pior na sociedade, que são as facções, o crime organizado. E domingo a população de Camaçari vai mostrar que o crime não compensa. Vocês vão ver a resposta nas urnas. Podem gastar malas de dinheiro, podem intimidar as pessoas, podem ameaçar as pessoas, mas o povo vai dar a resposta. Então, a resposta já começa agora. Se continuar neste ritmo, em 2026, vai ser um passeio, porque infelizmente hoje a Bahia não tem governador”.

“O PL não tem votos para vencer o PT em 2026”

Em longa entrevista de página inteira, ontem, no Estado de São Paulo, o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, desabafou: “Nós temos um problema sério. Ou nós aumentamos nosso leque, ou vamos perder a eleição para a sucessão presidencial. Temos que buscar a composição com os partidos de centro e até mesmo de esquerda que têm os nossos ideais, do PL. O problema é o pessoal do bolsonarismo que não entende nada de política”.

Rui confirma o que esta plataforma antecipou: o governo vai mudar a estrutura das agências reguladoras

O ministro-chefe da Casa Civil da Presidência da República, Rui Costa, em palestra para empresários paulistas, afirmou que o governo federal já elabora um projeto para modificar a estrutura e também os critérios das agências reguladoras. Atualmente, a Agência Nacional de Energia Elétrica cometeu erros gravíssimos. A Anvisa de igual modo. O que o governo quer são novas agências com novas estruturas e com pessoal técnico altamente qualificado e não com indicações políticas. 

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