Ao afirmar que Gleisi Hoffmann, sua atual ministra, é sinônimo de beleza, Lula demonstra desconhecer o que é beleza feminina. Aliás, Lula não é entendido nesse assunto. Em nenhum momento, suas conquistas foram belíssimas. Ele precisa aprender com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que além de ter uma mulher extremamente bela, era culta e reconhecida internacionalmente.
Banqueiro em desespero
Roberto Setúbal, banqueiro implicado em um escândalo de ameaças e chantagens, precisa começar a se preocupar seriamente. Seus advogados lutam sem parar para silenciar a ex-esposa e “limpar” a imagem do cliente no Google, apagando as notícias do escândalo que retratam a versão dela na busca. Ele tenta extinguir o incêndio de qualquer forma. Por quê?
Golpistas não terão direito a recursos na próxima sexta-feira
A Procuradoria-Geral da República vai entregar ao Supremo Tribunal Federal na sexta-feira as sentenças dos 36 denunciados pela Polícia Federal. Nenhum deles vai ter direito a recurso e as condenações terão que ser cumpridas. O ex-presidente Bolsonaro, além de inelegível, já sabe que será condenado e agitou Brasília no dia de ontem quando disse que é espião dos Estados Unidos no Brasil e passa informações sigilosas do país ao governo americano.
Trump perde popularidade
A mais nova pesquisa informa que a desaprovação geral de Donald Trump é maior que a sua aprovação. Em quesitos como o modo com que Trump lida com o custo de vida no país, 51% dos entrevistados desaprovam, e a política de comércio internacional, 54%. Somente nas políticas de imigração e redução do funcionalismo público, Trump tem maior apoio da população.
Tricô de luxo: agulhas liberadas
Com a bênção de Moraes, os velhos amigos podem voltar a tricotar juntos. Fios de conchavos, pontos bem alinhados e uma nova tapeçaria de interesses próprios. Pena que o tricô deles não aquece o povo — só costura armações contra o país. No fim, quem se enrola sempre é o Brasil.
Padilha optou pela ética
Conforme antecipamos, Alexandre Padilha decidiu abrir mão do cargo na ABDI, entidade ligada à China. A escolha evita conflitos éticos e reforça que a pressão sobre o caso era legítima. Embora a decisão tenha demorado, ao menos prevaleceu o bom senso. Resta saber se essa postura será regra ou apenas uma exceção no governo.
Agência abençoada
O nome não poderia ser mais apropriado: Bença, uma corruptela de bênção. Mesmo sem um portfólio de porte, essa é a marca da agência digital que ganhou a concorrência e assinou contrato milionário “para atender as demandas” da secretaria de comunicação (Secom) da prefeitura de Salvador. Não é pouca coisa, não. A verba anual é de R$ 30 milhões. A bênção de Flávio Costa Maron, dono da agência Bença, é ser parente do ex-prefeito ACM Neto, que mantém forte influência sobre o atual mandatário da capital baiana.
Familismo antigo
O familismo não é de agora. Estende-se a seu pai, Frederico Maron, que tinha cargo de confiança, como assessor especial, no Palácio Thomé de Souza, durante a gestão do primo Neto. A informação foi divulgada em matéria da Folha de São Paulo. Os comentários, no entanto, são de que o parente do então prefeito nunca fora visto por lá, embora todo mês não lhe faltasse o polpudo salário.
Na ressaca do Carnaval
No ano passado, a contratação de agências de comunicação digital por R$ 200 milhões pelo governo federal foi impedida por causa de vício na concorrência, denunciado pela imprensa. Os órgãos de fiscalização abriram os olhos e o processo licitatório foi anulado. “Sorria! Você está na Bahia!”. Tá tudo de boa, mesmo quando as evidências emergem e a contratação milionária é feita logo depois do Carnaval, quando todos estão de ressaca.
Concorrentes vizinhas
Além do contrato de R$ 30 milhões da Bença com a Secom, também foi assinado outro com o mesmo objeto pela Secult no valor de R$ 11 milhões anuais. A agência digital contratada foi a Usina, uma das vencedoras da licitação anulada pelo governo federal no ano passado. Coincidentemente, as duas prestadoras de serviços de comunicação digital estão sediadas no mesmo prédio empresarial, em Salvador.
Pelas sombras
Quem ressurgiu na polêmica contratação milionária das agências digitais pela prefeitura de Salvador foi Lucas Cardoso, sócio de ACM Neto do tempo da Penta Eventos e seu braço direito. Embora prefira atuar nos bastidores, ele ganhou fama durante a Operação Lava Jato, apontado como operador em delação da Odebrecht. As especulações são de que Lucas, além de forte influência nas obras públicas, estaria atuando também nos negócios da comunicação. Mas um terceiro elemento vem agindo pelas sombras municipais e logo terá o nome revelado neste blog.
TV por assinatura agoniza
Novos dados sobre TV por assinatura no Brasil são preocupantes. Agora, elas perderam 21% de audiência e, o mais grave, não têm como recuperar. Sem anúncios e sem conteúdo, as televisões por assinatura seguem o mesmo caminho das TVs abertas, isto é, a internet e as redes sociais estão acabando com as duas.