Familismo antigo

O familismo não é de agora. Estende-se a seu pai, Frederico Maron, que tinha cargo de confiança, como assessor especial, no Palácio Thomé de Souza, durante a gestão do primo Neto. A informação foi divulgada em matéria da Folha de São Paulo. Os comentários, no entanto, são de que o parente do então prefeito nunca fora visto por lá, embora todo mês não lhe faltasse o polpudo salário.

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