Chile e Argentina: os maiores parceiros dos torturadores brasileiros

O Chile e a Argentina foram os dois países que mais ajudaram em prisões, torturas e mortes não só de chilenos e argentinos, mas principalmente de brasileiros. João Batista de Figueiredo chefe do SNI visitou várias vezes os dois países levando sempre a tiracolo Sérgio Paranhos Fleury, que também foi quem mais torturou e matou no país. 

Liderança não se impõe, se adquire

O jovem presidente da França, Emmanuel Macron, consegue reunir, na mais bela capital mundial, os maiores líderes europeus, defende a democracia na Ucrânia, cujo jovem líder também merece atenção mundial. Macron vence, pelo talento e pelo espírito democrático, o presidente da maior nação do mundo, Donald Trump, um “cowboy” que só pensa em violência. Também pudera! Ao lado de um grande homem, tem sempre uma grande mulher. A esposa do jovem presidente francês é uma ex-reitora de universidade federal da França, Brigitte Macron, e empolga o mundo pela sua classe, seu talento e sobretudo por ser extremamente discreta. Foi ela que sofreu uma agressão das mais violentas de um capitão que foi presidente do Brasil, cujas mulheres jamais chegarão ao nível da extraordinária primeira-dama da França.

A oposição está de olho no governador de São Paulo

A oposição já se movimenta em São Paulo para não permitir que o governador Tarcísio de Freitas coloque a máquina do estado numa manifestação do seu amigo Jair Bolsonaro, que não é nenhuma autoridade, é ex-presidente que está inelegível e que pode se tornar um presidiário. Se não bastasse o governador de São Paulo hospedar no palácio residencial Bolsonaro e família, há quem afirme que ele está preparando e colocando a máquina estatal a serviço das manifestações de Bolsonaro. É um erro que terá consequências imprevisíveis para o governador paulista.

Barra pesada I

A escalada da violência assola todo o país. E a Bahia é um dos destaques do ranking nacional de irrefreável criminalidade. Salvador, em especial, a cada dia está mais refém das facções que se espalham pelo território municipal, instituindo o crime como lei. O bairro da Barra, um dos principais pontos turísticos da capital baiana e onde estão as praias do Porto e Farol, vive o inferno de uma epidemia de delitos. A delegacia sediada na localidade e as rondas da Polícia Militar são incapazes de inibir a audácia dos bandidos, que não tem hora nem local para executarem furtos, assaltos, invasões, arrombamentos de imóveis e veículos.

Barra pesada II

Ultimamente na Barra tem sido comum o arrombamento de carros com a destruição dos vidros das janelas para o roubo de objetos deixados à vista. O risco de prejuízo é grande quando se deixa o veículo estacionado em área pública, mesmo pagando Zona Azul. Caminhar na orla portando correntes, pulseiras e relógios é muito perigoso. Ficou corriqueiro ver transeuntes incautos sendo vítimas de ladrões que agem em pequenos grupos, distraindo o alvo e arrebatando violentamente o pertence alheio. Aqueles que estendem o braço para fazer selfie ou mesmo falam pelo celular são alvos certos para os bandidos, que tomam o aparelho e saem em disparada. Cadê a polícia para prender em flagrante ou investigar as gangues que atuam livremente no bairro?

Barra pesada III

Muitos moradores tradicionais da Barra estão jogando a toalha e colocando à venda suas residências. Em bom e castiço baianês: “estão se picando”. Ninguém suporta mais a degradação daquele que foi um bairro paradisíaco, local para morar desejado por “gregos e baianos”. Se não bastasse a criminalidade que campeia na região nas mais variadas modalidades, os próprios poderes públicos contribuem com a desordem e esculhambação do local. 

Barra pesada IV

As calçadas, sob a conivência da prefeitura de Salvador, viraram extensão deliberada de bares e restaurantes, que privatizam, ocupando com mesas, o espaço público que deveria estar livre para a circulação de pedestres. Um tal de “Bão”, que só pode ser isso para o dono do insosso botequim, se instalou recentemente no Jardim Brasil sem nenhum pejo de se apropriar da calçada para atender mais fregueses. Pelo jeito, virou regra. A população idosa que ande pela pista sob ameaça de atropelo. Quem consegue viver num tormento desse e ainda ter que pagar um IPTU caríssimo… Triste Bahia…

“Capitão Anistia: Bolsonaro, o valente com medo de xadrez”

Jair Bolsonaro, o ex-capitão que dizia enfrentar tudo e todos, agora parece ter calafrios só de ouvir a palavra “prisão”. Segundo aliados, seu novo plano de fuga não envolve a embaixada da Hungria, mas um apoio calculado a Tarcísio, desde que venha com bônus: anistia completa. O valentão virou refém do próprio medo — e do Código Penal.

“Bolsonaro em modo pânico: tirem as facas e escondam o passaporte!”

O mito virou meme. Segundo aliados, Bolsonaro entrou em “modo desespero”: anda falando demais, tremendo mais que vara verde e vendo conspiração até na sombra do cercadinho. Já cogita apoiar Tarcísio em troca de anistia — tudo para fugir do xilindró. Resta saber se vão precisar de tornozeleira ou camisa de força. Vigilância 24h, já!

Restaurante Vona entra para a coleção de botecos travestidos

O Vona, recém-aberto no bairro da Graça, em Salvador, decepciona ao seguir a tendência da “butequização” gastronômica em Salvador. Mesas sem toalhas, excesso de lugares, ambiente barulhento e ar condicionado insuficiente comprometem a experiência. Vendido como sofisticado, entrega apenas informalidade. E a comida? Bem normalzinha. É mais um exemplo de como a cidade insiste em mascarar simplicidade como sofisticação — e o cliente sai perdendo.

Perda de credibilidade

“Pesquisa ao gosto do freguês”.“Pesquisa para dar e vender”.“Pesquisa para todos os bolsos”. “Pesquisa para ninguém botar defeito”. “Pesquisa do jeito que o povo gosta”. Os bordões da feira caem bem para a profusão de institutos de pesquisas de opinião que surgem no Brasil. Cada dia tem um novo. Já se foi o tempo em que o nome de um virou sinônimo da atividade. O Ibope nem existe mais. Ganhou nova marca e se perdeu no meio da multidão de concorrentes, que diariamente registram pesquisas de credibilidade discutível. No festival de institutos de pesquisas que assola o país, nem a estatística passou incólume. A forma como é aplicada em alguns casos a ameaça de perder o status de ciência exata.

Bairros de Salvador sofrem com a ausência de árvores

A arborização urbana em Salvador é precária, especialmente nos bairros. Da periferia às áreas nobres, a aridez domina o cenário, com escassez de árvores e falta de projetos de plantio. Embora a cidade avance em outras frentes, a negligência ambiental é evidente. O prefeito Bruno Reis precisa incluir o verde urbano como prioridade em sua gestão.

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