Na Bahia, o PDT abandona o PT

O PDT da Bahia comunicou ao PT que não mais apoiará o governo baiano. O seu líder, o deputado federal Léo Prates, vai apoiar o ex-prefeito ACM Neto ao governo do estado.

Bolsonaro confessa: tentou melar a posse de Lula, mas “só conversando”

Após meses de negação, Bolsonaro finalmente admitiu que cogitou impedir a posse de Lula. Claro, foi só “conversa de bastidor”, como quem debate invadir o Maracanã num churrasco. O golpe, segundo ele, era só uma ideia… patriótica. Agora, tenta convencer o Brasil de que planejar golpe de Estado é só liberdade de expressão.

Me tira dessa!!

O Itaú não quer se aliar ao BTG no movimento contrário à aprovação da combinação de negócios entre o Banco Master e o BRB. Um de seus principais interlocutores nos bastidores da política e da imprensa, um ex-presidente da Câmara, foi acionado após “fake news” sobre uma suposta reunião do CEO do Itaú com o presidente do Banco Central e do BTG no último final de semana. Afinal, em um mercado tão concentrado como o setor bancário brasileiro, qualquer ato de desconcentração deveria ser apoiado e não repudiado pelo Banco Central, como supostamente deseja o BTG, preterido na transação.

Telhado de vidro

O que não falta aos maiores bancos brasileiros são telhados de vidro. Operações como a Zelotes, Greenfield e episódios recentes revelando o que está por trás de produtos altamente tóxicos para os investidores, como os COEs, são apenas a ponta do iceberg. Com o passar dos anos e graças a novas tecnologias, fintechs como o Nubank e o CredCesta (controlada pelo Banco Master) trouxeram grandes transformações e reinventaram a forma como os brasileiros se relacionam com as instituições financeiras. Não é à toa que estão em evidência e ocupando um espaço antes reservado apenas aos membros do oligopólio formado pelos seis maiores.

XP continua no holofote

Mesmo com o relatório fabricado às pressas pelo Itaú para tentar atenuar a crise, a chamada bolha da XP estourou. Após o alerta da casa de research independente norte-americana, é crescente o número de investidores que estão procurando lugares mais seguros para investir e produtos menos tóxicos, como os COEs, principal produto da XP.

Chairman ou lobista?

A participação frequente do maior acionista do BTG em eventos privados com ministros da Suprema Corte em Brasília não tem agradado grandes investidores do banco, especialmente os estrangeiros. Para quem não se lembra, foram conversas como estas que levaram o controlador do BTG para a prisão. Para quem entende do riscado, esta relação umbilical com o poder, além de custar muito caro, nunca termina bem.

Daniel Alves pagou um milhão de euros para anular as acusações de assédio sexual

Explodiu como uma bomba ontem na imprensa espanhola a notícia de que o jogador brasileiro comprou a sua “inocência”. Pode haver novos julgamentos se comprovada a compra de um milhão de euros. Se sabe que o jogador brasileiro é capaz de tudo. 

Os antecedentes da Folha de São Paulo

Em breve, será lançada a série, de quatro episódios, Folha Corrida, que trata de uma questão delicada, ou seja, o apoio do jornal Folha de São Paulo à repressão política, durante a ditadura civil-militar (1964-1985). A série é dirigida pelo cineasta brasileiro, radicado em Nova Iorque, Chaim Litewsky. O tema não é novo para Litewsky, que também dirigiu Cidadão Boilesen (2009), um premiado documentário sobre o apoio do empresariado paulista à repressão. O projeto de série partiu da pesquisa “A responsabilidade de empresas por violações de direitos durante a Ditadura: o caso Folha de S. Paulo”, desenvolvidas por Ana Paula Goulart, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); Amanda Romanelli, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP); André Bonsanto Dias, da Universidade Estadual de Maringá (UEM), Flora Daemon, da Universidade Federal Rural do Rio de janeiro (UFRRJ); Joëlle Rouchou da Casa de Rui Barbosa (FCRB); e Lucas Pedretti, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro. A pesquisa foi realizada com apoio do Ministério Público Federal. Segundo o diretor, a direção da Folha de São Paulo foi procurada para dar a sua versão sobre as greves denúncias contidas na série, de apoio aos órgãos de repressão, Oban e DOI-CODI e a cessão de carros do jornal para operações de prisão de militantes políticos, mas preferiu não participar do projeto, alegando que tudo que deveria dizer sobre essa questão já foi dito.

Importação de publicitário mineiro para Secom da Bahia desconsidera talentos locais

A escolha de um publicitário mineiro para comandar a Secom de Jerônimo Rodrigues é um tapa na cara dos profissionais baianos. A Bahia, berço de gênios da propaganda política como Duda Mendonça e João Santana, agora precisa importar talento? Falta confiança nos nossos ou é só deslumbramento com sobrenomes de fora? Valorizar quem conhece o povo baiano deveria ser o primeiro passo de qualquer governo sério.

Condenação de Marine Le Pen agita os ultra direita mundiais

Explodiu como uma bomba nos Estados Unidos a decisão da justiça francesa de condenar a cinco anos de prisão e decretar inelegibilidade a líder da ultra direita na França. A justiça francesa é extraordinária. O curioso é que a condenação vem quando Donald Trump volta a ameaçar a constituição norte-americana afirmando que vai disputar um terceiro mandato, o que é proibido. Os bolsonaristas ontem no Congresso estavam de cabeça baixa. 

Despejados pelas facções I

O terror de quem paga financiamento para a casa própria é ficar sem conseguir pagar as prestações e perder o imóvel para o banco. Bem ou mal, nesses casos o despejo passa por um processo legal, com a possibilidade de recursos à Justiça. O pior mesmo é ser despejado violentamente de sua moradia de maneira criminosa sob a mira de uma arma de fogo. É o que vem se banalizando pela Bahia em conjuntos populares do Minha Casa Minha Vida. 

Despejados pelas facções II

Bandidos ligados ao Comando Vermelho estão expulsando famílias inteiras de suas casas e se apropriando dos imóveis. Se já vinha sendo praticada há algum tempo em Salvador, esse tipo de ação criminosa agora se banaliza pelo interior do estado, em cidades como Jequié e até mesmo no pequeno município de Terra Nova, a 75 quilômetros da capital baiana. Pelo jeito, diante da inoperância dos Poderes Públicos, incapazes de prover segurança pública à população, o céu é o limite para as facções criminosas na Bahia.

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