Além do PL, PP, UB e Novo, o MDB de São Paulo, o de maior visibilidade, é contra a reeleição de Lula. Na capital paulista, o prefeito Ricardo Nunes é inimigo ferrenho de Lula e já disse que fica com Ratinho Jr. ou com Tarcísio de Freitas. Lula tem apenas ao seu lado o PT e os nanicos PCdoB e PSOL, que somados não têm nenhuma força nos maiores colégios eleitorais do Brasil.
Bahia lidera no ranking da violência
No extremo oposto do ranking de cidades mais seguras está Salvador, capital da Bahia, que aparece como a capital mais violenta do Brasil em 2025. A cidade registra a maior taxa de homicídios entre todas as capitais, refletindo desafios históricos ligados à desigualdade social, urbanização acelerada e presença de facções criminosas em áreas vulneráveis. Das cinco capitais mais violentas, quatro são nordestinas, são elas: Fortaleza (CE), Maceió (AL), Macapá (AP), Recife (PE) e a mais violenta, Salvador (BA).
O desespero de Haddad
Sem recursos para a campanha do próximo ano, o ministro Fernando Haddad vendeu a alma para o diabo da Faria Lima. O problema é que um dia a conta chega e o diabo é especialista em cobrança. A primeira fatura já foi paga com a prisão do banqueiro mineiro.
O desespero de Haddad II
Insaciável, o diabo da Faria Lima quer mais. Além de controlar o Banco Central, o Ministério da Fazenda, o diabo da Faria Lima quer utilizar o FGC para enfraquecer seus principais concorrentes. A primeira etapa do plano foi cumprida com uma conta de R$ 40 bilhões para Itaú, Bradesco, Santander, Caixa e BB. Além de estender seus tentáculos para o poder da república, o diabo da Faria Lima é especialista em mexer na gaveta dos seus sócios.
Quebra-faca do diabo
Rodrigo Maia, novo ajudante de ordens do diabo da Faria Lima, tem cumprido missões pra lá de especiais. Este blog está acompanhando de perto seus passos e em breve irá revelar por onde ele anda.
Bomba carioca
Com o caixa baixo, Rafa Vargas conhece o histórico como ninguém de figuras vencedoras do mercado financeiro. Passado para trás em grandes operações, Vargas não esquece quem o deixou na mão.
Em xeque
A fiscalização extremamente precária do Banco Central gerou um prejuízo multibilionário para o Sistema Financeiro Nacional e repete o escândalo do INSS. Infelizmente, o prejuízo não se limita ao Master.
2 a 1?
Após a prisão do banqueiro mineiro, o principal assunto em Brasília é quando outro ilustre banqueiro será preso novamente.
Baiano traíra
A nota da defesa de Augusto Lima no Jornal Nacional surpreendeu a todos que até então o apoiavam. Casado com a originadora do problema e sócio da fintech que o operacionalizou, o baiano tentou fugir do negócio que montou. Sua “saída” do escritório não representa nada. Suas digitais continuam em todas as operações envolvendo o Credcesta.
Ex-ministra de Bolsonaro tem o segundo marido preso
Quando ela era casada com o ex-deputado, ex-senador e ex-governador de Brasília, José Roberto Arruda, ela visitou o xadrez da Polícia Federal algumas vezes quando ele, o governador, teve o mandato cassado e foi preso. Ele tentou mais uma vez voltar à política e perdeu. Ela foi para a Praia do Forte, na Bahia, ali conheceu o banqueiro Augusto Lima com quem casou, ganhou uma ilha de presente e uma fundação/ONG de alguns milhões. Esta semana, ela tem o segundo marido preso. Em Brasília, o pessoal afirma que ela é habilíssima, colocou nas redes sociais votos de feliz natal para seus amigos, já que na Bahia chegou a ter o título de cidadã baiana dado pela Assembleia Legislativa do estado.
Lambança no Banco Central
Os bastidores da liquidação extrajudicial revelam um Banco Central enviezado e extremamente politizado. A reação inesperada do presidente com o anúncio da transação revelada pela jornalista Raquel Landim revelou claramente para quem o trio Galipolo, Landim e Haddad trabalham. Prato cheio para mais uma CPI.
Quem pagará a conta
É notório que quem arcará com grande o sinistro de cerca de R$50 bilhões gerado pela liquidação extrajudicial do Banco Master será o Fundo Garantidor de Crédito- FGC. Já quem arcará com grande parte da recomposição das reservas do fundo serão os cinco maiores bancos, que deverão ter que contribuir cerca de R$40 bilhões. BB e Caixa para variar terão que pedir ajuda do Tesouro Nacional, que mal consegue pagar as contas.