A desordem é geral. Três instituições brasileiras estão sendo totalmente abatidas pela inércia do governo, que teima em não atender a reivindicações salariais e, o pior, não quer privatizar nenhuma delas. A ECP tem prejuízos incalculáveis e, com isso, o atual governo insiste em dizer que vai continuar bancando os prejuízos de bilhões de reais.