Monetização verde

“Verde que te quero verde”. O verso do poeta espanhol Federico Garcia Lorca tem servido de mote para muitas campanhas em defesa do meio ambiente. Isso, no entanto, não caberia para Salvador, onde as áreas verdes perderam o sentido urbanístico-ambiental para virarem instrumento de monetização municipal. Não é de agora que vários espaços desta natureza estão indo a leilão para engordar o caixa da prefeitura. Muitas suspeitas pairam sobre essas questionáveis transações que causam o cada vez maior acinzentamento da capital baiana.

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