O cacau já foi sinônimo de dinheiro. A receita em impostos com as exportações da matéria-prima do chocolate fechava as contas do governo baiano. Isso até os anos 1950, quando a exploração do petróleo começou a dar um perfil mais industrial à economia do estado com a refinaria Landulpho Alves (RLAM). O fruto dos deuses da civilização asteca só veio perder relevância na economia estadual ao eclodir a crise da vassoura de bruxa e a queda do preço internacional na segunda metade dos 1980.