Após uma estranha e prolongada inércia, o Ministério Público da Bahia finalmente resolveu agir. O leilão do Morro Ipiranga e de outras 21 áreas públicas de Salvador é um atentado escancarado ao patrimônio ambiental da cidade. A omissão não cabe mais — é hora de barrar a sanha privatista travestida de “desenvolvimento”.