A quase unanimidade de desaprovação do mercado financeiro ao presidente Lula não deve surpreender ninguém no Palácio do Planalto. As propostas do governo federal para reduzir o déficit fiscal nunca passam pelo corte na própria carne, com a diminuição das despesas. A última de taxar os dividendos dos sócios de empresas para compensar a perda de arrecadação com a isenção de Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil por mês foi a gota d’água. Segundo pesquisa da Genial/Quaest, Lula tem 88% de desaprovação no mercado financeiro, no ano anterior a desaprovação era de 90%. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, tem uma avaliação negativa de 58%, enquanto Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, apenas 8%.