A empresa Projecon tentou, recentemente, firmar contratos de mais de R$10 milhões com a Embasa sem licitação. Após a descoberta de que sua sede era apenas uma casa de taipa em Jitaúna, os contratos foram rescindidos. Mesmo punida com suspensão de licitações por falta de qualificação técnica, a empresa conseguiu uma liminar da desembargadora Carmem Lúcia Santos Pinheiro para voltar a participar dos certames, contrariando decisão da 6ª Vara da Fazenda Pública. A situação gera questionamentos sobre a atuação do Ministério Público, que tem que agir para preservar o interesse público diante de tais práticas questionáveis que continuam manchando a gestão de recursos públicos na Bahia!