Enquanto o anúncio feito pelo ministro Rui Costa não vira realidade, evita-se sangrar o combalido cofre público. Em 2025, o cidadão-contribuinte continuará a padecer nas BRs 116 e 324, pagando pedágio e enfrentando os riscos da péssima manutenção, além da criminalidade que toma conta dessas rodovias, onde são frequentes os assaltos a caminhões e carros de passeio.