Seja qual for a instância de poder, estadual ou municipal, na Bahia, neste final de ano, o que se vê em ação é a política do circo, que agora se chama entretenimento. A prefeitura de Salvador e o governo do estado disputam a preferência popular com os seus “Festival da Virada” e “Pôr do Som”. Quando o “aperto fiscal” é a tônica nacional, o prefeito Bruno Reis e o governador Jerônimo Rodrigues gastam nas festas de fim de ano milhões de reais arrecadados em impostos que eles nunca se envergonham de aumentar.