A operação recente do Ministério Público do Trabalho no canteiro de obras da nova fábrica da chinesa BYD em Camaçari acendeu o sinal de alerta no Palácio de Ondina e em Brasília. Além dos cerca de 150 chineses libertados de condições análogas à escravidão, pelo menos outros 350 chineses trabalham vinte e quatro horas e sete dias por semana para terminar as obras do complexo até março, quando a montadora chinesa pretende inaugurar sua fábrica baiana.