Após uma enorme movimentação de tropas do exército norte-americano em suas bases na Colômbia e o deslocamento da quarta frota para Trinidad e Tobago, o ditador Nicolás Maduro entrou em completo desespero. Com a aproximação da data limite de 10 de janeiro imposta pelos Estados Unidos para Maduro deixar o poder se aproximando, Maduro tem convocado até civis para o potencial confronto contra as tropas do Tio Sam. Exilado na Espanha, o presidente eleito democraticamente pelos eleitores venezuelanos, Edmundo González, já se prepara para assumir o cargo na data estabelecida pelos Estados Unidos com o apoio da União Europeia e de diversos países sul-americanos.