O vice-presidente da República tem sido um cavalheiro nesse período de doença do presidente Lula. Discreto, mantém uma lealdade impressionante com Lula e, para se ter uma ideia, foi ao Vaticano, beijou a mão do papa e viu uma solenidade que consagrava o cardeal brasileiro recém-nomeado Jaime Spengler sendo homenageado. De lá voltou como foi, em silêncio. É um autêntico gentleman e, sobretudo, um homem de muita qualificação profissional. Além de vice, é ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, admirado não só em São Paulo, mas em todo o Brasil.