Engana-se, no entanto, quem imagina que The Economist coloca Milei e Trump na mesma prateleira do “populismo oportunista”. Para a revista, o argentino tem demonstrado acreditar “no livre comércio e nos mercados livres, e não no protecionismo; na disciplina fiscal, e não em empréstimos irresponsáveis; e, em vez de vender fantasias populares, aposta em verdades públicas brutais”.