Os integrantes do PL baiano responsabilizam pela derrocada do partido o pernambucano João Roma, que surgiu na Bahia pelas mãos do seu padrinho, o ex-prefeito ACM Neto, que o elegeu deputado federal, mas que foi traído por ele para aceitar um ministério do então presidente Jair Bolsonaro. Roma é acusado de ter projetos pessoais. O melhor caminho para ele será voltar para Pernambuco, já que na Bahia ele fez uma fortuna incalculável e nada mais.