O saudoso Paulo Francis fazia blague com o então deputado federal Eduardo Suplicy (PT), chamando-o de Mogadon. O epíteto era alusivo a um medicamento sedativo. O “Francês”, como lhe chamava Antônio Maria, outra legenda da imprensa brasileira, não aguentava o discurso modorrento e arrastado daquele que ainda era o marido da psicóloga midiática Marta Suplicy. Na atual diretoria da Confederação Nacional da Indústria (CNI), não tem o “Mogadon”. Por lá, ninguém suporta o “Xarope”.