O “coach” e candidato a prefeito de São Paulo, Pablo Marçal (PRTB) já é tratado pelo bolsonarismo como inimigo público número um. E manipulando instrumentos que os bolsonaristas conhecem bem, a mentira, o mau-caratismo, o arrivismo, o carreirismo e a traição. O capitão e seus asseclas estão experimentando do próprio veneno. Todo mundo sabe que Marçal não faz questão de ganhar a eleição. Seu objetivo é mais dinheiro, mais seguidores imbecilizados e mais cursos para idiotas vendidos. A eleição, se vier, será um bônus, que o “coach” pretende terceirizar a um bom preço. Infelizmente, São Paulo vem engolindo todo tipo de embuste e conseguiu a façanha de votar pior do que o Rio de Janeiro. Nem parece mais a terra de Ulisses Guimarães e Franco Montoro. Marçal queimou o filme, definitivamente, com Bolsonaro e sua trupe; ao divulgar áudios do pastor Silas Malafaia, aconselhando-o, em tom de ameaça, a desistir da candidatura. A gravação é de 2022 e o “vazamento” deixou Malafaia fulo da vida. Foi uma vingança de Marçal, que não engoliu o fato de ter sido impedido pelo pastor/empresário de subir no carro de som da manifestação bolsonarista do Sete de Setembro, em São Paulo. Marçal que se cuide. Malafaia é vingativo, e costuma usar instrumentos bem mais contundentes do que cadeiras. Aliás, vamos falar sério, aquela encenação do Marçal depois da cadeirada do Datena foi, no mínimo, canastrona. Nem os “marçalzistas” mais ferrenhos engoliram a palhaçada, que acabou valendo pontos a menos na última pesquisa eleitoral.