Sigilosamente a presidente da OAB da Bahia queria ser ministra em Brasília

Toda comunidade jurídica baiana foi pega de surpresa com a indicação pelo STF da presidente da OAB/BA Daniela Borges na lista de advogados para a vaga de Ministro do TSE. Ressalte-se que ela não foi nomeada para nenhuma das duas vagas em aberto. À primeira vista, olhando rapidamente, parece que se trata de uma coisa boa para a advocacia da Bahia, mas a verdade é que não é. Seria factível a conciliação de ambos cargos de tamanha relevância e atribuições, tendo em vista o acumulo de problemas que a classe enfrenta? Ou ela iria deixar o cargo de Presidente da OAB/Ba para cuidar da sua mais nova função? E os questionamentos não param por aí… Tem uma pergunta que não quer calar: qual o motivo de tanto segredo? Segundo o blog pôde apurar, tal atitude às “escondidas” tem por fundamento encontrar uma forma do grupo justificar um caminho para ela não se candidatar à reeleição da Presidência/BA. Seria um jeito de atender ao sacrifício dela em ter aceito disputar a presidência da instituição. Pobre advocacia! Servindo sempre de trampolim para voos pessoais mais alvissareiros, já que a advocacia na Bahia vai de mal a pior. Na terra da magia e do carnaval. Na OAB/BA é tudo festival. Viva OAB, viva!

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