Em 2020, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aceitou o pedido de desfiliação partidária da deputada federal Lauriete Malta (ES), do Partido Liberal (PL). A parlamentar alegava ter sido alvo de discriminação pessoal por parte do Diretório Nacional do PL e de seu ex-marido, o ex-senador Magno Malta (ES), que comanda o partido no estado. Com a decisão, Lauriete pôde se filiar a outra legenda sem correr o risco de perder o mandato por infidelidade partidária. A deputada acusou Malta de “gerar um clima de notória perseguição” contra ela. A parlamentar alegou que não era convidada para as reuniões do Diretório Estadual do partido após o divórcio de Malta.