OAB jovem comemora 10 anos e o caso Peter Pan e os Meninos Perdidos

Vem sendo divulgado, com muita festa para não variar e manter os padrões OAB de festa, que a assim chamada OAB jovem faz 10 anos. Contudo, advogados e advogadas, jovens ou não jovens, ouvidos por esse blog, relatam que, na verdade, não há nada a se comemorar nesta Bodas de Estanho. Nesse sentido, vejamos: piso salarial para advocacia jovem permanece numa tremenda falácia que já se arrasta por anos, até parecem os mesmos gestores da ponte Salvador-Itaparica, qualquer semelhança é mera coincidência. Não se vê esforço algum por parte da gestão em implementar essa garantia mínima aos recém-formados. E olhe que a turma da direção da OAB/BA compõe de “chegados” da turma do Executivo e Legislativo estadual para implementar a Lei que trate do assunto. Imagine se não fossem… Outro absurdo é a situação dos Juizados Especiais, que são a porta de entrada para a jovem advocacia, que passa por um colapso total, nunca visto, inclusive, com a vedação de sustentações orais por parte dos advogados(as) nas turmas recursais. Realmente não há nada a comemorar, a não ser pelo próprio Pan, Peter Pan.

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